COB divulga lista dos melhores de cada modalidade e os candidatos a melhor atleta, em 2016

Divulgação/COB
Divulgação/COB

O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) anunciou os melhores atletas em 43 modalidades esportivas em 2016 e também os esportistas que concorrerão ao troféu de Melhor Atleta do Ano do Prêmio Brasil Olímpico do último ano.

Os escolhidos foram Poliana Okimoto (maratonas aquáticas), Rafaela Silva (judô) e a dupla Martine Grael / Kahena Kunze (vela), no feminino; Isaquias Queiroz (canoagem), Serginho (vôlei) e Thiago Braz (atletismo), no masculino.

Os vencedores serão anunciados na cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico, em 29 de março, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro.

Em 2015, os preferidos foram Isaquias Queiroz e Ana Marcela Cunha.

A escolha dos melhores atletas do ano, assim como os finalistas do Troféu Melhor Atleta do Ano, foi feita por um júri formado por jornalistas, dirigentes, ex-atletas e personalidades do esporte.

Conheça os vencedores em cada modalidade:

Atletismo: Thiago Braz.

Badminton: Ygor Coelho.

Basquete: Maybyner Hilário (Nenê).

Boxe: Robson Conceição.

Canoagem Slalom: Pedro Gonçalves (Pepê).

Canoagem Velocidade: Isaquias Queiroz.

Ciclismo BMX: Priscilla Carnaval

Ciclismo Estrada: Flávia Paparella.

Ciclismo Mountain Bike: Raiza Goulão.

Ciclismo Pista: Gideoni Monteiro.

Desportos na Neve: Jaqueline Mourão.

Desportos no Gelo: Isadora Williams.

Esgrima: Nathalie Moellhausen.

Futebol: Neymar Jr.

Ginástica Artística: Diego Hypolito.

Ginástica Trampolim: Rafael Andrade.

Ginástica Rítmica: Natália Gaudio.

Golfe: Adilson da Silva.

Handebol: Maik Santos.

Hipismo adestramento: João Victor Marcari Oliva.

Hipismo CCE: Carlos Parro.

Hipismo saltos: Pedro Veniss.

Hóquei sobre grama: Stephane Smith.

Judô: Rafaela Silva.

Levantamento de Pesos: Fernando Saraiva Reis.

Lutas: Aline Silva.

Maratona Aquática: Poliana Okimoto

Natação: Etiene Medeiros

Nado Sincronizado: Luisa Borges e Maria Eduarda Miccuci

Pentatlo Moderno: Yane Marques.

Polo Aquático: Felipe Perrone.

Remo: Fernanda Nunes e Vanessa Cozzi.

Rugby: Beatriz Futuro.

Saltos Ornamentais: Hugo Parisi.

Taekwondo: Maicon Andrade.

Tênis: Bruno Soares.

Tênis de mesa: Hugo Calderano.

Tiro com arco: Anne Marcelle dos Santos.

Tiro esportivo: Felipe Wu.

Triatlo: Manoel Messias.

Vela: Martine Grael e Kahena Kunze.

Vôlei: Serginho Dutra.

Vôlei de praia: Alison Cerutti e Bruno Schmidt.

Visite o portal  e curta a página do Sindi-Clube no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

 

 

Consumo de O2 pelo corpo é a forma mais precisa de calcular gasto calórico

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

Consumo de O2 pelo corpo é a forma mais precisa de calcular gasto calórico

Turíbio Barros*

Os programas de atividades em academias estão sempre buscando novas propostas para motivar os alunos e usam a tecnologia para avaliar seus efeitos.

É muito comum o uso da frequência cardíaca para quantificar o gasto de calorias durante uma atividade física.

Entretanto, esta é uma proposta que pode frequentemente levar a um exagero no cálculo do gasto calórico real.

A forma mais precisa de se calcular o gasto calórico de uma atividade é medindo o consumo de oxigênio durante a aula, o que certamente não é uma medida viável para a rotina de uma academia.

Para medir o consumo de oxigênio é necessário fazer uso de um equipamento metabólico computadorizado, usando máscaras durante o exercício.

A informação obtida se mantém precisa quando o praticante da atividade repetir o exercício (na mesma intensidade durante o mesmo tempo).

O cálculo do gasto calórico real

O cálculo do gasto calórico real segue o seguinte raciocínio: quando nosso corpo consome 1 litro de oxigênio para produzir energia, são “gastas” ou “produzidas” cerca de cinco calorias.

Portanto, se estivermos consumindo 1 litro de oxigênio por minuto, estaremos produzindo 300 calorias por hora (5 x 60 min).

Para gastar 1.000 calorias por hora, como prometem alguns tipos de treinamentos, teríamos que consumir 3,33 litros de oxigênio por minuto (3,33 x 5 x 60).

O problema é que para consumir 3,33 litros de oxigênio por minuto, o indivíduo teria que ter uma aptidão aeróbica do nível de um atleta excepcional, porque essa demanda energética teria que ser no máximo 70% do seu limite máximo de consumo de oxigênio (VO2 máximo) para ser tolerada por uma hora.

Assim, o aluno teria que ter um consumo máximo de oxigênio de 4,75 litros por minuto para poder manter um consumo de oxigênio de 3,33 litros por uma hora (70% do VO2 máximo).

O consumo máximo de oxigênio tem parâmetros de referência expressos por quilograma de peso corporal por minuto (kg/min).

Se considerarmos um indivíduo de 70kg, um VO2 máximo de 4,75l/min seria expresso como 67,85 ml/kg/min, o que está no nível de um maratonista olímpico.

Portanto, devemos entender que, para gastar 1.000 calorias em uma hora, nosso “motor metabólico” tem que ser excepcional.

Na realidade, mesmo uma aula muito dinâmica e bem elaborada, com uma hora de duração, para estar no nível de tolerância de um aluno comum, não vai poder acenar com um gasto calórico tão elevado.

*TURÍBIO BARROS
Mestre e doutor em fisiologia do exercício pela Escola Paulista de Medicina. Membro do conselho científico da Midway Labs, professor e coordenador do Curso de Especialização em Medicina Esportiva da Unifesp e fisiologista do São Paulo Futebol Clube e coordenador do Departamento de Fisiologia do Esporte Clube Pinheiros. Membro do American College of Sports Medicine. 
www.drturibio.com

Visite o portal  e curta a página do Sindi-Clube no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Biblioteca Virtual ganha oitavo volume do Manual de Piscinas

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

O oitavo volume do Manual de Piscinas já está disponível para consultas na Biblioteca Virtual da Universidade Sindi-Clube.

O fascículo, que trata de economia de recursos em piscinas, terá cinco capítulos: economia de mão de obra, em produtos químicos, de gás, de energia elétrica e de água.

Muitos outros temas ainda podem ser consultados na Biblioteca, como o “Manual de Brinquedoteca”, “Manual de Orçamento, “Manual de Gestão de Pessoas”, Manuais de modalidades olímpicas, “8 regras básicas para um bom texto”, entre outros.

O acesso ao conteúdo é feito gratuitamente por meio de login e senha que serão fornecidos pela Universidade aos gestores de clubes associados à entidade.

Basta solicitar pelo e-mail universidade@sindiclubesp.com.br ou pelo telefone 11 5054-5464.

Visite o portal  e curta a página do Sindi-Clube no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Clubes de Leitura encerram fevereiro com dois encontros

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

Outras duas entidades recebem o Clube de Leitura, nos últimos encontros do mês de fevereiro.

A Academia Paulista de Letras discute o livro “Memórias do subsolo”, de Fiódor Dostoiévski, em 23/2, quinta-feira, às 19h.

As mediadoras são Sonia Cintra e Celia Cristina Whitaker.

Um dia depois, em 24/2, sexta-feira, a obra debatida será “São Bernardo”, de Graciliano Ramos, às 18h30, na Associação Atlética Banco do Brasil-SP, sob coordenação de Ana Maria Peres Guimarães.

Em fevereiro, foram realizadas 15 reuniões do Clube de Leitura.

Departamentos culturais de clubes interessados em montar novos grupos de difusão literária obtêm mais informações pelo telefone (11) 5054-5464.

Visite o portal  e curta a página do Sindi-Clube no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Você sabia? Panturrilha é mais exigida que músculos do quadríceps ao correr

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

Turíbio Barros*

O estudo do envolvimento dos diversos grupos musculares na caminhada e corrida é uma área da biomecânica que traz grande contribuição para a melhora de desempenho e prevenção de lesões.

Um estudo publicado no fim do ano passado por pesquisadores da Universidade de Helsinque, na Finlândia, fez abordagem bastante interessante.

O objetivo da pesquisa foi determinar a exigência de dois grupos musculares fundamentais para a locomoção.

Os pesquisadores avaliaram o quadríceps (músculo da face anterior da coxa) e os músculos da panturrilha, durante a caminhada e a corrida.

O propósito era determinar o limite funcional desses grupos musculares e sua contribuição para a performance nos dois padrões de movimento.

Na medida em que um grupo muscular seja exigido muito próximo de seu limite funcional, ele se torna o fator limitante daquele padrão de movimento.

Podemos considerar que existe até uma cultura de fortalecimento do quadríceps como fator fundamental para o desempenho na corrida.

Entretanto, o que os pesquisadores detectaram no estudo foi o diagnóstico que os músculos da panturrilha trabalham muito mais perto do seu limite funcional do que a musculatura da coxa, tanto na caminhada como na corrida.

Isto significa que o “elo mais fraco” é exatamente a panturrilha, cujo fortalecimento é muitas vezes até pouco valorizado nos programas de preparação para melhora de desempenho e prevenção de lesões.

O estudo recomenda em suas conclusões que o fortalecimento desse grupo muscular e a manutenção da flexibilidade da articulação dos tornozelos sejam mais valorizados.

A prevalência de fortalecimento do quadríceps e as conclusões do estudo sugerem como título do “Active Voice” do American College of Sports Medicine a frase que sem dúvida se torna até curiosa: Muito quadríceps e pouca panturrilha!

Referência: Walking and Running Require Greater Effort from the Ankle than the Knee Extensor Muscles Medicine; Science in Sports; Exercise: November 2016 – Volume 48 – Issue 11 – p 2181–2189 

*TURÍBIO BARROS
Mestre e doutor em fisiologia do exercício pela Escola Paulista de Medicina. É membro do American College of Sports Medicine, professor e coordenador do curso de especialização em medicina esportiva da Unifesp e fisiologista do São Paulo FC e coordenador do Departamento de Fisiologia do Esporte Clube Pinheiros www.drturibio.com

Visite o portal  e curta a página do Sindi-Clube no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

COB recebe convite oficial para participar dos Jogos Olímpicos de Inverno

Foto: Divulgação/CBDN
Foto: Divulgação/CBDN

O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) recebeu convite oficial para participar dos Jogos Olímpicos de Inverno, que será disputado entre os dias 9 e 25 de fevereiro de 2018, em PyeongChang, na Coreia do Sul.

A convocação foi feita pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).

O planejamento brasileiro para os Jogos de Inverno já estão em andamento, segundo o gerente geral de Jogos e Operações Internacionais do COB, Gustavo Harada.

“As confederações vêm trabalhando com muita seriedade, buscando estabelecer os seus planos e projetos da maneira mais estável possível e mantendo os atletas brasileiros competindo em alto rendimento. Vamos buscar a melhor preparação que dê respeito ao Brasil também nos esportes de inverno”, disse.

História 

A primeira participação brasileira em uma edição de Jogos Olímpicos de Inverno foi em Albertville, em 1992.

A maior delegação brasileira na competição, até hoje, disputou os Jogos de Sochi 2014 com 13 atletas em sete modalidades (esqui alpino, esqui cross country, snowboard cross, esqui aéreo, biatlo, bobsled e patinação artística), segundo o COB.

Isabel Clark é responsável pelo melhor resultado brasileiro – a nona colocação no snowboard cross, em Turim 06.

No último dia 14, a brasileira retornou ao top 20 da modalidade, ao finalizar a primeira corrida da Copa do Mundo de Snowbord Cross na 15ª colocação.

Visite o portal  e curta a página do Sindi-Clube no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Tem problemas cardiovasculares? O Carnaval exige cuidados importantes

Foto: Cintia Erdens Paiva / Shutterstock
Foto: Cintia Erdens Paiva / Shutterstock

Nabil Ghorayeb*

O carnaval chega para todos, e cada um escolhe como aproveitar.

A diversão pode estar na tranquilidade do lar, mas, para muitos, está na folia intensa pelos muitos blocos que arrastam multidões.

Nesta coluna, ajudaremos aqueles que não dispensam uma boa bagunça e, ao mesmo tempo, convivem sob cuidados clínicos.

Pessoas em tratamentos para hipertensão arterial, doença das coronárias (seja depois de uma cirurgia de ponte de safena, de implante de mamária, ou de angioplastia coronária), que estão na fase pós-infarto do miocárdio, em acompanhamento clínico de várias doenças cardiovasculares (sem deixar de lembrar os obesos e diabéticos), primeiramente, devem ter a palavra de seus médicos a respeito dos limites nas atividades físicas.

Essa referência é baseada nos dados de frequência cardíaca e níveis da pressão arterial, conhecidos, principalmente, pelo teste ergométrico prévio feito até mais ou menos seis meses antes.

Álcool
As bebidas alcoólicas podem ser consumidas com limitações.

Considera-se moderado o consumo de até duas taças de vinho ou duas latas de cerveja por dia.

Destilados, em geral, apenas uma dose diária.

Essas bebidas são arriscadas para diabéticos e hipertensos, como também para pacientes cardiopatas mais graves.

A última palavra sempre é a do médico assistente do paciente.

Drogas
Se todas as drogas ilícitas trazem riscos enormes para quem é saudável, imaginem para quem convive com problema cardiovascular.

O melhor é esquecê-las em definitivo.

As lícitas, como energéticos, costumam causar efeitos cardiovasculares quando consumidas em excesso.

Misturadas às bebidas alcoólicas, como a vodca, causa com frequência crises de taquicardia de longa duração.

Os proibidos termogênicos desencadeiam graves arritmias cardíacas.

Alimentos
Independentemente se a farra é em casa ou nos desfiles, abusos alimentares devem ser evitados.

O excesso de sal pode ser um dos principais vilões alimentares do carnaval (está embutido nos alimentos industrializados mais consumidos), além da ingestão de gorduras em geral.

Quanto ao açúcar, deveria ser abolido sempre: definitivamente não é saudável.

Sinais de alerta
Alguns sinais de alerta que devem ser valorizados, como:
– palpitações, mesmo de curta duração;
– falta de ar anormal;
– tonturas;
– vômitos injustificados;
– fortes dores de cabeça;
– dores no peito e braços;
– desmaio.

Os portadores de algum problema médico devem saber aonde ir (pronto socorro mais próximo), em caso de emergência, e também orientar seus acompanhantes, caso não saibam como agir em caso de necessidade.

A perda de tempo pode ser fatal: emergências cardiovasculares devem ser atendidas em poucas horas.

No infarto do miocárdio, o ideal é dar entrada no pronto socorro no máximo em até duas horas após a crise.

Em caso de AVC, o acidente vascular cerebral, em menos de duas horas.

A diversão está aí para ser muito bem aproveitada.

Basta lembrar que cuidados básicos fazem toda a diferença.

*NABIL GHORAYEB
Formado em medicina pela Faculdade de Medicina de Sorocaba PUC-SP, doutor em cardiologia pela FMUSP , chefe da seção CardioEsporte do Instituto Dante Pazzanese Cardiologia, especialista por concurso em cardiologia e medicina do esporte, médico sênior do Grupo Fleury Medicina e Saúde, coordenador da clínica CardioEsporte do HCor, CRM SP 15715 , Prêmio Jabuti de Literatura Ciência e Saúde. www.cardioesporte.com.br    

Visite o portal  e curta a página do Sindi-Clube no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Congressos técnicos do Pepac têm reuniões de vôlei menores e futsal

SÃO PAULO 16/10/2011 - PARTIDA DE VOLEI FEMININO ENTRE YPIRANGA E CORINTHIANS - FOTO: NILTON FUKUDA/PERSPECTIVA

O Programa Esportivo para Associados de Clubes (Pepac) terá dois congressos técnicos, nesta semana, no auditório do Sindi-Clube.

A primeira reunião será do futsal, em 17/2, sexta-feira, às 19h.

A categoria de vôlei menores terá encontro em 18/2, sábado, às 13h30.

Nesses congressos, a comissão organizadora vai definir categorias e naipes, informar as taxas financeiras e as formas de pagamento.

Também serão expostos os critérios para participação, entre outros assuntos.

É necessária a presença de, pelo menos, um representante de cada clube.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail: pepac@sindiclubesp.com.br

Datas dos congressos técnicos

Modalidade Data Semana Horário
Futsal 17/2/2017 Sexta-feira 19h
Vôlei menores 18/2/2017 Sábado 13h30

Visite o portal  e curta a página do Sindi-Clube no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Clube de leitura tem agenda cheia

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

Nesta semana, os Clubes de Leitura realizarão mais seis reuniões, com associados de clubes que gostam de literatura.

Em 16/2, quatro reuniões estão marcadas: o Círculo Militar de São Paulo discute o livro “Doce Gabito”, de Francisco Azevedo, às 14h30, sob mediação de Francisco Azevedo.

“Submissão”, de Michel Houellebecq, às 15, está agendado no Clube Alto dos Pinheiros, coordenado por Vivian Schlesinger.

Às 16h, no Clube Paineiras do Morumby, a obra analisada é “Meu nome é vermelho”, de Orhan Pamuk, com coordenação de Débora Nascimento

Ainda no dia 16, o Clube Jundiaiense, às 20h, debate “O coração das trevas”, de Joseph Conrad, mediado por Sonia Cintra.

Dois encontros, em 18/2 encerram a semana de literatura nos clubes.

No Esporte Clube Pinheiros, “Uma rua de Roma” de Patrick Modiano, será tema de suas reuniões, às 10h e 14h, com mediação de Gerald Misrahi.

Por fim, na Associação Brasileira A Hebraica, será debatido o livro “O impostor”, de Javier Cercas, às 15, com coordenação de Vivian Schlesinger.

O Blog do SINDI-CLUBE divulga semanalmente a programação dos Clubes de Leitura.

Departamentos culturais de clubes interessados em montar novos grupos de difusão literária obtêm mais informações pelo telefone (11) 5054-5464.

Visite o portal  e curta a página do Sindi-Clube no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

COB divulga lista dos atletas indicados a melhor de cada modalidade em 2016

Rafaela Silva foi campeã olímpica no Rio de Janeiro (Foto: Alaor filho/COB)
Rafaela Silva foi campeã olímpica no Rio de Janeiro (Foto: Alaor filho/COB)

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) abriu o processo que vai definir os melhores atletas do ano de 2016, em 43 modalidades, e também dos dois melhores do ano, masculino e feminino.

A disputa ocorrerá entre três atletas de cada esporte, indicados por suas respetivas confederações.

A cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico, que definirá os vencedores, será em 29 de março, no Rio de Janeiro.

A escolha dos melhores em cada modalidade, assim como os dois melhores atletas do ano, será feita por um júri formado por jornalistas, dirigentes, ex-atletas e personalidades do esporte.

Conheça os atletas que concorrem em cada modalidade

Atletismo: Caio Bonfim, Fabiana Murer e Thiago Braz.

Badminton: Fabiana da Silva, Lohaynny Vicente e Ygor Coelho.

Basquete: Carlos Nascimento (Olivinha), Iziane Marques e Maybyner Hilário (Nenê).

Boxe: Andréia Bandeira, Juan Nogueira e Robson Conceição.

Canoagem Slalom: Ana Satila, Felipe Borges e Pedro Gonçalves (Pepê).

Canoagem Velocidade: Edson Silva/Gilvan Ribeiro, Erlon Souza e Isaquias Queiroz.

Ciclismo BMX: Anderson Ezequiel Filho, Priscilla Carnaval e Renato Rezende.

Ciclismo Estrada: Caio Ormenese, Flávia Paparella e Rafael Andriato.

Ciclismo Mountain Bike: Henrique Avancini, Raiza Goulão e Rubens Donizete.

Ciclismo Pista: Gideoni Monteiro, Hugo Osteti e Kacio Freitas.

Maratona Aquática: Allan do Carmo, Ana Marcela Cunha e Poliana Okimoto.

Nado Sincronizado: Lara Teixeira, Lorena Molinos e Luisa Borges/Maria Eduarda Miccuci.

Natação: Bruno Fratus, Etiene Medeiros e João Gomes Júnior.

Polo Aquático: Felipe Perrone, Gustavo Guimarães (Grummy) e Izabella Chiappini.

Saltos Ornamentais: César Castro, Hugo Parisi e Juliana Veloso.

Desportos na Neve: Jaqueline Mourão, Michel Macedo e Victor Santos.

Desportos no Gelo: Edson Bindilatti, Isadora Williams e Odirlei Pessoni.

Esgrima: Guilherme Toldo, Nathalie Moellhausen e Renzo Agresta.

Futebol: Miraildes Maciel Mota (Formiga), Neymar Jr e Renato Augusto.

Ginástica Artística: Arthur Zanetti, Arthur Nory e Diego Hypolito.

Ginástica Trampolim: Camilla Lopes Gomes, Carlos Ramirez Pala e Rafael Andrade.

Ginástica Rítmica: Emanuelle Lima, Jéssica Maier e Natália Gaudio.

Golfe: Adilson da Silva, Miriam Nagl e Victoria Lovelady.

Handebol: Bárbara Arenhart, Maik Santos e Thiagus Petrus dos Santos.

Hipismo adestramento: Giovana Prado Prass, João Victor Oliva e Luiza Almeida.

Hipismo CCE: Carlos Parro, Márcio Appel Cheuiche e Márcio Carvalho Jorge.

Hipismo saltos: Álvaro Affonso de Miranda Neto (Doda), Jose Roberto Reynoso e Pedro Veniss.

Hóquei sobre grama: André Luiz Patrocínio Couto, Paulo Roberto Batista Junior e Stephane Smith

Judô: Mayra Aguiar, Rafael Silva e Rafaela Silva.

Levantamento de pesos: Fernando Saraiva, Jaqueline Ferreira e Rosane Reis.

Lutas: Aline Silva, Joilson Júnior e Laís Nunes.

Pentatlo moderno: Felipe Nascimento, William Muinhos e Yane Marques.

Remo: Fernanda Nunes/ Vanessa Cozzi, Lucas Ferreira e Willian Giaretton/ Xavier Vela.

Rúgbi: Beatriz Futuro, Edna Santini e Paula Ishibashi.

Taekwondo: Iris Tang Sing, Maicon Andrade e Venilton Teixeira.

Tênis: Bruno Soares, Marcelo Melo e Thiago Monteiro.

Tênis de mesa: Cazuo Matsumoto, Hugo Calderno e Lin Gui.

Tiro com arco: Ana Clara Machado, Ane Marcelle dos Santos e Marcelo da Silva Costa Filho.

Tiro esportivo: Emerson Duarte, Felipe Wu e Julio Almeida.

Triatlo: Bárbara dos Santos, Manoel Messias e Vitória Lopes.

Vela: Jorge Zarif, Martine Grael/ Kahena Kunze e Robert Scheidt.

Vôlei de praia: Ágatha Bednarczuk/ Bárbaras Seixas, Alison Cerutti/ Bruno Schmidt e Larissa França/ Talita Antunes.

Vôlei: Bruno Rezende, Natália Zílio e Sérgio Dutra (Serginho).

Visite o portal  e curta a página do Sindi-Clube no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.