Diretor-executivo do SINDI-CLUBE fala sobre “Encontro com dirigentes”, em entrevista a rádio de Taubaté

IMG_3128O diretor-executivo do SINDI-CLUBE, Cláudio Lauletta, falou à Rádio Difusora de Taubaté sobre a série de “Encontro com dirigentes”, realizada pela entidade nas várias regiões de São Paulo.

Na entrevista, Lauletta explica como vai ser a reunião de São José dos Campos, em 2 de julho próximo.

Ouça:

Visite o portal  e curta a página do SINDI-CLUBE no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube

Não perca os prazos, confira o calendário de obrigações do mês de julho

shutterstock_262750391O calendário das obrigações mensais, referente a julho, já pode ser acessado no portal do SINDI-CLUBE.
 
Para auxiliar os gestores a não atrasarem compromissos dos clubes, a agenda mostra índices atualizados, tabelas, obrigações fiscais (tributos, taxas e contribuições) e datas importantes que, caso esquecidas, trarão prejuízos de multas e juros.
 
A parcela do Profut, para clubes que renegociaram suas dívidas, e o pagamento de salários são alguns dos principais prazos lembrados.
 
No calendário estão inclusos os dias e locais dos próximos “Encontros com dirigentes” e também da próxima reunião com gestores de Recursos Humanos.
Visite o portal  e curta a página do SINDI-CLUBE no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

 

Recepção à Grã-Bretanha reafirma atenção do Esperia ao paraesporte

O Clube Esperia soma-se às agremiações paulistanas que irão receber atletas de delegações estrangeiras para aclimatação, antes dos Jogos.

Monteiro: apoio ao paraesporte
Monteiro: apoio ao paraesporte

O caso do Esperia é diferente.

A recepção será dada a paratletas da seleção de basquete de cadeiras de rodas da Grã-Bretanha.

O acordo feito com os britânicos reforça o posicionamento do Esperia como um clube inclusivo, que desenvolve formação para cinco modalidades paraolímpicas. Entrevistado pela Revista dos Clubes, seu presidente, Osmar Monteiro, fala da atenção dedicada ao paraesporte. Acompanhe.

Quando e quais os motivos que levaram o Clube Esperia a dedicar atenção ao paraesporte?

Osmar Monteiro: O Clube Esperia tem grande preocupação com a acessibilidade há muito tempo, por entender que um clube socioesportivo deve atender a todos, sem distinção. Não somente as pessoas com deficiência, mas também aqueles que possuem dificuldades de locomoção, seja pela condição física, idade ou qualquer outro motivo, devem ter acesso garantido aos espaços do clube. Também somos beneficiados por nos localizarmos em terreno plano. Essas características levaram o Esperia a ser constantemente procurado para sediar eventos paraolímpicos, como foi o caso das Paraolimpíadas Escolares Nacionais, os Jogos Paraolímpicos Estudantis do Estado e do Município de São Paulo, o Campeonato Brasileiro de Paravôlei, e a preparação da seleção brasileira de paravôlei. Com o apoio da Confederação Brasileira de Clubes (CBC), através de recursos da Lei Pelé, o Esperia fez valer sua vocação paraolímpica. Assumiu a missão de contribuir com a prática paraesportiva, lançando, em 2015, projetos de formação de atletas paraolímpicos de atletismo, basquete, tênis, tiro com arco e paravôlei.

Como os associados do Esperia responderam ao apoio dado aos paratletas?

Osmar Monteiro: Tivemos a grata constatação de que o associado esperiota é realmente muito especial e atento às questões que envolvem a responsabilidade social de um clube com a história centenária e a magnitude do Esperia. Os atletas paraolímpicos foram muito bem recebidos. Nossos associados se orgulham de pertencer a um clube preocupado com a diversidade e inclusão de todos. Hoje, temos a manifestação de associados que querem saber como incluir seus filhos ou parentes deficientes nas atividades aqui desenvolvidas.

O Esperia fez acordo para receber a delegação da Grã-Bretanha, antes da Paraolimpíada. Qual a importância da vinda dos ingleses para validar a prática paraesportiva no clube?

Osmar Monteiro: As primeiras tratativas ocorreram em março de 2014. Os britânicos visitaram diversos clubes no Rio de Janeiro e em São Paulo. Decidiram-se pela capital paulista por encontrarem melhores condições para treinamento e hospedagem. Ao final, eles ficaram entre o Esperia e outro grande clube da nossa cidade. O fator primordial para que escolhessem nosso clube foi o fato de termos assumido o compromisso de que todo valor investido por eles aqui seria utilizado na melhoria das condições de acessibilidade para a prática esportiva. Mais que isso, estabelecemos uma parceria, com cooperação técnica e metodológica, inclusive uma clínica de capacitação profissional para técnicos brasileiros, realizada em 2015.

Serão necessárias adaptações e aquisição de novos equipamentos para os treinamentos?

Osmar Monteiro: Basicamente, iremos dar prosseguimento às melhorias nas condições de uso das nossas instalações para os paratletas. Estamos concluindo reformas em nossos ginásios, para que possamos oferecer condições muito próximas às das arenas do Rio 2016. Vamos recepcionar a equipe britânica de basquete em cadeira de rodas, categorias masculina e feminina.

O Esperia mantém parceria com outras instituições para desenvolver as atividades paraesportivas?

Sim, fizemos parcerias com renomadas entidades, sobretudo com a ADD, Associação Desportiva para Deficientes, que trouxe para nosso clube sua equipe de basquete em cadeiras de rodas, a ADD/Magic Hands. Também temos acordo com a Atitude Paradesportiva, que desenvolve o tênis em cadeiras de rodas, e com a 4US, empresa formada por profissionais ligados à Confederação Brasileira de Voleibol para Deficientes, que colabora com a formação de nossos jogadores do paravôlei.

O Esperia tem jogadores em seleções brasileiras paraolímpicas, com chances de irem aos Jogos?

Osmar Monteiro: O basquete em cadeiras de rodas teve cinco atletas convocados para a seleção brasileira. No atletismo, os irmãos Simone e Sivaldo Santos, disputam vagas nas provas de 200m e 400m para a categoria T12, e nossa arqueira Cecília Junqueira busca um lugar na categoria ARW2 do tiro com arco.

O Clube conta com recursos públicos obtidos por meio da Lei Pelé para desenvolver essas atividades?

Osmar Monteiro: Conta, sim. Assinamos o termo de convênio com a CBC, em dezembro de 2015, para aquisição de equipamentos e materiais para o desenvolvimento dos nossos projetos. O Esperia foi uma das primeiras instituições a se qualificar para receber esses recursos, sendo um dos seis clubes paulistas atualmente habilitados pela CBC para receber verbas da Lei Pelé.

O Esperia incentiva outros clubes a se dedicarem à formação de atletas paraolímpicos?

Osmar Monteiro: Não temos dúvidas que a formação de atletas paraolímpicos deve receber a mesma atenção dada aos atletas olímpicos, pois todo clube tem a responsabilidade de assumir seu papel de protagonista na melhoria das condições de vida e de saúde da nossa sociedade. Pessoas sempre merecem os nossos melhores cuidados, sejam deficientes ou não.

Visite o portal  e curta a página do SINDI-CLUBE no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Convênio oferece opções de diversão e arte para associados de clubes

Imagem AllClub_horizontalAcordo entre o SINDI-CLUBE e a empresa Big Entretenimento institui o All Club, que oferece aos associados de clubes novas opções de lazer e cultura, com preços especiais e segurança.

Com o All Club, os participantes ganham descontos na compra de ingressos para shows, jantares, eventos e passeios.

Para aproveitar as vantagens, basta ao interessado cadastrar-se no programa, que se apresenta como “All Club: para seu clube, para sua família”.

A abrangência é ampla, com programação para crianças, adolescentes, jovens casais e da terceira idade.

O leque de atrações estimula a participação e proporciona aos dirigentes de clubes mais opções de diversão e arte para serem oferecidas ao corpo associativo.

Conforto e segurança

Luiz de Lucca, diretor da Big Entretenimento, explica que as atividades do All Club irão utilizar o espaço do WTC Sheraton Hotel.

“É um ambiente que oferece conforto, segurança e estacionamento. O objetivo é socializar a realização de evento dos clubes, num local sofisticado, com otimização de custos. Em 20 de outubro, haverá o “Wine Music Festival”, celebração da boa música com rótulos de vinho de qualidade, e, no fim do ano, a festa do Reveillon”.

O presidente do SINDI-CLUBE, Cezar Roberto Leão Granieri, Betinho, diz que a novidade amplia os serviços que a entidade proporciona aos associados de clubes.

“Já temos um programa vitorioso no esporte, que atrai milhares de associados de clubes para participar de torneios, no Pepac (Programa Esportivo para Associados de Clubes). Na cultura, a participação direta do SINDI-CLUBE proporciona muitas atividades, como o Circuito de Corais, Dia da Dança, Clubes de Leitura, Encontros com o Autor e Prêmio Literário. Agora, com o All Club, vamos também proporcionar aos dirigentes opções vantajosas de lazer para acesso de associados de clubes a espetáculos musicais e outros eventos de entretenimento”, diz Betinho.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 5054-5464, com Fernanda Tolentino.

Visite o portal  e curta a página do SINDI-CLUBE no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Veja, na TV SINDI-CLUBE, a entrevista com o presidente do Pinheiros

Logo TV sindi-clube_2A TV SINDI-CLUBE, um dos meios que a entidade utiliza para comunicar-se com seus associados e outros públicos, transmitiu, na última sexta-feira (24/6), uma entrevista com o presidente do Esporte Clube Pinheiros, Roberto Cappellano.

A atração foi veiculada no programa “Vida do Esporte”, da TV Aberta-SP, e intermediada pelo apresentador, Fábio Pereira, e pelo presidente do SINDI-CLUBE, Cezar Roberto Leão Granieri, Betinho.

Entre os assuntos abordados, Cappellano fala sobre a recepção que o Pinheiros dará à delegação olímpica da China para um período de aclimatação, antes dos Jogos do Rio.

Assista:

Visite o portal  e curta a página do SINDI-CLUBE no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Brasil vence Pan-Americano de handebol

Seleção comemora titulo no Pan-Americano (Foto: CBHb)
Seleção comemora titulo no Pan-Americano (Foto: CBHb)

A seleção brasileira sagrou-se campeã do Pan-Americano de Handebol.

A vitória sobre o Chile, por 28 a 24, coroou a excelente campanha da equipe masculina, que encerrou o torneio sem nenhuma derrota.

Apesar de marcar presença nas últimas oito finais, é a terceira vez que o Brasil conquista o Pan. Em 2010, 2012 e 2014, perdeu o ouro para a Argentina.

A seleção verde e amarela ainda enfrentará a Dinamarca, em dois amistosos, antes da Olimpíada. Por ser país-sede, o Brasil pôde escolher sua chave para a primeira fase dos Jogos.

O time masculino integra o grupo B, que ainda conta com Alemanha, Egito, Eslovênia, Polônia e Suécia. Já o grupo A é composto por Argentina, Croácia, Dinamarca, França, Qatar e Tunísia.

Desde que o handebol masculino entrou de vez para a grade olímpica, em 1972, todas as medalhas foram para seleções europeias – a única exceção foi a prata da Coréia, em 1988.

A meta do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) é alcançar o pódio inédito e ser o segundo país de outro continente a bater a hegemonia da Europa.

Visite o portal  e curta a página do SINDI-CLUBE no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Manoel dos Santos, medalhista histórico, rememora ouro perdido em Roma

Manoel: medalha heroica
Manoel: medalha heroica

Manoel dos Santos cumpriu uma prova quase perfeita na disputa dos 100 metros livre na piscina do Stadio del Nuoto, nos Jogos Olímpicos de Roma, em 1960.

Uma conquista que poderia ter sido o ouro.

Mesmo tendo cometido uma imprecisão, a medalha de bronze que lhe coube foi recebida no Brasil como uma conquista heroica.

Todo o reconhecimento, porém, não foi suficiente para fazer desaparecer a sensação de frustração, que permanece até hoje, na véspera dos Jogos do Rio de Janeiro.

“Não gosto muito de Olimpíada, pois, em 1960, me preparei muito para ganhar. Tinha certeza do meu potencial e saí de Roma com o bronze”, diz Manoel. A convicção de que alcançaria o ouro estava escorada em fatos. Em 1958, no sul-americano, ele já havia conseguido o terceiro melhor tempo do mundo. “Mesmo assim, não mereci acompanhamento especial da confederação de natação, visando a Olimpíada, dali a dois anos”, conta.

A preparação foi feita de forma autônoma, pelo próprio Manoel.

As dificuldades foram imensas.

Não havia piscinas de água aquecida.

“Quando a temperatura caía muito, eu ia treinar no Clube Internacional de Regatas, em Santos, que ficava acima dos 20ºC. Meu treinamento e competições, no ano da olimpíada, foram feitos em piscinas de 25 metros, diferentes das de 50 metros, como as que eu iria encontrar em Roma. Além disso, 15 dias antes de chegar lá, fomos obrigados a participar dos Jogos Luso-Brasileiros, em Lisboa, em piscina de água gelada. Pedi dispensa, mas me obrigaram a competir. Peguei uma amidalite desgraçada. Saí de lá sob efeito de antibióticos, com eliminatórias dos 100m livre pela frente. Consegui classificação para a final, em sexto lugar. Havia oito lugares, quase que não entro”, relembra.

A virada errada

Em 27 de agosto de 1960, dia da final, Manoel teve que administrar a pressão de ser único finalista brasileiro na natação.

Sobre ele estavam depositadas todas as esperanças. Ele conta o que ocorreu, após uma largada fortíssima.

“Quando caí na água, na baliza 2, fiz o bloqueio de respiração e, uns 15 metros depois, quando olhei, vi que estava bem à frente. Não esperava estar tão à frente, antes da metade da prova. Fiquei em dúvida se eu havia queimado a largada. Com isso, perdi a concentração, fiz uma virada errada e perdi a vantagem. Acabei ultrapassado por três nadadores. Mesmo assim, ainda consegui passar por eles. Porém, não aguentei e, nos últimos metros, o australiano (John Devitt) e o americano (Lance Larson) acabaram vencendo, na batida de mão”, conta.

Manoel ficou em terceiro, com 55s4, com apenas dois décimos de segundo a mais.

Recorde mundial

Salto para a¬ quebra do recorde mundial
Manoel salta para bater marca mundial; novo recorde durou três anos

“A minha frustração se justificava, tanto é que, um ano depois, eu fiz 53s6 e consegui quebrar o recorde, um segundo e meio abaixo do marca mundial e olímpica. Não se consegue baixar mais de um segundo, em um ano. Esse segundo e meio que baixei corresponde ao tempo que perdi naquela virada errada de um ano antes, em Roma”, explica.

A marca mundial foi vencida no Clube de Regatas Guanabara, no Rio de Janeiro.

Foi um feito extraordinário. O recorde mundial de Manoel durou três anos. Como recorde brasileiro e sul-americano, os 53s6 permaneceram quase onze anos sem serem superados.

Minoru Hirano

Manoel credita a glória alcançada ao apoio recebido de seu treinador, Minoru Hirano.

Anos antes, em 1949, Hirano tinha sido intérprete para a equipe japonesa dos “Peixes Voadores” que visitava o Brasil, depois de se apresentarem nos Estados Unidos e terem vencido quase todas as provas contra os competidores americanos.

“Hirano fez amizade com a equipe técnica, começou a se corresponder com os japoneses e foi obtendo informações importantes sobre metodologias. Isso foi utilizado na montagem do meu treinamento. Era algo completamente diferente. Hirano dizia, principalmente, que eu devia me harmonizar com a água e não brigar com ela. Não era pra eu bater pernas seguidamente. Tinha que bater e parar, bater e parar. Em cada 25 metros, eu dava 16 braçadas, com o treinamento, caíram para 11. Era uma coordenação difícil, mas que fazia diferença. Devo muito ao Hirano pela evolução que eu tive”.

Reconhecimento

Desde 1960, Manoel dos Santos é reconhecido como um dos maiores nomes da natação mundial.

Ele lembra de uma primeira manifestação de respeito pela conquista do bronze, feita ainda em Roma.

“Depois da prova, fui jantar e, no mesmo momento, Wilma Rudolph estava saindo do restaurante. Ela veio até mim e me cumprimentou pela conquista. Depois é que descobri que se tratava da corredora norte-americana que havia ganhado três medalhas de ouro naquela olimpíada, e se consagrado como a maior velocista do planeta, oito anos depois de se livrar da poliomielite. Aí percebi que eu havia entrado no clube seleto dos medalhistas olímpicos”, lembra.

Em uma época em que o esporte nem de longe contava com o apoio que é dado hoje, Manoel interrompeu a carreira de herói olímpico, aos 22 anos.

“Resolvi parar. Quando queria ir ao cinema com a namorada, precisava pedir dinheiro para o meu pai. Era chato. Naquele tempo do amadorismo, eu não tinha como ganhar dinheiro com a natação”, explica.

Hoje, Manoel é dono de duas escolas de sucesso, que se dedicam à iniciação de natação.

“Nessa atividade de ensinar, ganho uma nova medalha cada vez que uma criança aprende a nadar”, diz.

Visite o portal  e curta a página do SINDI-CLUBE no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Vôlei encerra série de cursos sobre modalidades em junho

Trade fala sobre a gestão adotada pela CBV
Trade fala sobre a gestão adotada pela CBV

Mais uma etapa de cursos sobre modalidades olímpicas, para jornalistas esportivos e estudantes de jornalismo, encerrou-se, nesta quarta-feira (22/6).

O vôlei, um dos esportes nacionais que mais conquistam medalhas em Olimpíadas, fechou com chave de ouro as exposições programadas para o mês de junho.

Ricardo Trade, diretor executivo da Confederação Brasileira de Vôlei, e Roberto Falcão, gerente de comunicação da entidade, foram os palestrantes do dia.

Durante a apresentação eles explicaram a história do vôlei brasileiro, além de mencionar a gestão adotada pela CBV para os Jogos Olímpicos.

Um ponto importante, ressaltado por Falcão, foi como será a relação entre imprensa e confederações/atletas, na época da maior competição esportiva mundial.

O presidente da Federação Paulista de Volleyball, Renato Pera, enalteceu a iniciativa da Universidade Sindi-Clube e da Aceesp (Associação de Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo) de promover os esportes em um ano olímpico.

“É uma experiência ímpar, onde modalidades menos difundidas tiveram visibilidade. Esperamos ter contribuído grandemente, com as informações e conhecimentos passados para o trabalho dos profissionais da mídia durante a Olimpíada”, conclui.

Tricampeonato

No vôlei, tanto a seleção feminina quanto a masculina tentarão conquistar o tricampeonato olímpico em casa.

Ambas garantiram o ouro em Pequim, 2008, e Londres, 2012.

Na primeira fase, as mulheres enfrentarão Camarões, Argentina, Japão, Coreia do Sul e Rússia.

Já os homens terão pela frente Estados Unidos, Itália, Canadá, França e México.

Visite o portal  e curta a página do SINDI-CLUBE no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Jornalistas aprendem sobre rugby, em curso da Universidade SINDI-CLUBE

Duarte explica regras do rugby aos jornalistas
Duarte explica regras do rugby aos jornalistas

Nesta terça-feira (21/6) jornalistas esportivos e estudantes de jornalismo tiveram mais um curso sobre modalidades olímpicas, promovido pela Universidade SINDI-CLUBE em parceria com a Aceesp (Associação de Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo).

O rugby, tema da exposição, foi trazido para o Brasil no século 19 e, assim como o futebol, teve como percursor Charles Miller.

Bernardo Duarte, diretor de torneios da Confederação Brasileira de Rugby, destacou durante a apresentação os aspectos táticos e práticos da modalidade, além de curiosidades.

Duarte elogiou a oportunidade de interagir com profissionais da imprensa.

“O rugby, apesar de ser entusiasmante, é pouco conhecido pelo público brasileiro. É essencial para nós ter a chance de explicá-lo para os jornalistas, aqueles que transmitem os esportes para a população. A dinâmica pôde tirar dúvidas específicas. Ver o interesse em saber mais sobre a modalidade nos deixou muito satisfeitos”, concluiu.

A série de cursos sobre modalidades olímpicas prossegue até julho.

Interessados devem enviar e-mail para contato@sindiclubesp.com.br.

Visite o portal  e curta a página do SINDI-CLUBE no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.

Ciclismo: definidas equipes de estrada e BMX para a Olimpíada

Priscilla Carnaval e Renato Rezende: vagas garantidas
Priscilla Carnaval e Renato Rezende: vagas garantidas

O Brasil terá quatro representantes no ciclismo de estrada e dois no BMX para os Jogos Olímpicos Rio 2016.

Os atletas foram definidos na última semana, quando se encerrou o prazo para a pontuação no ranking mundial de BMX classificatório para a Olimpíada.

Priscilla Carnaval e Renato Rezende conseguiram as vagas por mérito.

No ranking masculino, o Brasil alcançou o 12º lugar, entre os 55 países.

Já no feminino, a classificada ficou entre as dez melhores do mundo, entre 46 países.

A equipe de estrada, de acordo com os critérios da União Ciclística Internacional (UCI), já havia garantido dois lugares na prova masculina.

Após o encerramento do ranking de nações da categoria, em 31 de dezembro de 2015, e agora, prazo final para pontuação no ranking de nações feminino, confirmou mais duas classificações entre as mulheres.

Murilo Fischer, Kleber Ramos, Clemilda Fernandes e Flávia Oliveira fecharam a equipe que disputará o maior torneio esportivo do mundo.

Os suplentes são Caio Godoy e Janildes Fernandes.

Na Olimpíada, a competição ocorrerá entre os dias 17 e 19 de agosto e o Brasil irá em busca da medalha inédita nas modalidades.

Visite o portal  e curta a página do SINDI-CLUBE no Facebook para saber mais de assuntos que interessam ao seu clube.