Jornalistas têm curso de basquetebol na Universidade Sindi-Clube

Batalha explica sobre a modalidade aos jornalistas
Batalha explica sobre a modalidade aos jornalistas

O basquetebol deu continuidade à série de cursos para jornalistas esportivos sobre modalidades olímpicas, promovida pela Universidade Sindi-Clube em parceria com a Aceesp (Associação de Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo).

O expositor foi Frederico Batalha, assessor de imprensa da Federação Paulista de Basquetebol.

Batalha, além de falar sobre sua experiência como assessor, também explicou regras de jogo e falou das dificuldades que o Brasil terá na Olimpíada do Rio, que será realizada em agosto.

A proposta do Sindi-Clube de oferecer cursos sobre modalidades olímpicas foi elogiada.

“É de extrema importância essa iniciativa do Sindi-Clube. Os jornalistas, muitas vezes, não estão preparados para a cobertura de alguns esportes como o badminton, tiro com arco. Mas é essencial que eles aprendam mais sobre as regras, a história, para passar a informação correta na transmissão”, afirma Batalha.

O Brasil, no masculino, já garantido nos Jogos do Rio.

Está no grupo B, junto com Argentina, Espanha, Lituânia e Nigéria.

A última vaga do grupo será definida no torneio pré-olímpico, em junho.

No feminino, os grupos ainda não estão definidos, mas o basquete brasileiro tem na mesma chave as seleções do Japão e Austrália.

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Luta olímpica abre quinta semana de cursos para jornalistas

Trindade explica luta olímpica aos jornalistas
Trindade explica luta olímpica aos jornalistas

A série de cursos sobre modalidades olímpicas, promovida pela Universidade Sindi-Clube em parceria com a Aceesp (Associação de Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo), continua.

A luta olímpica iniciou, nesta terça-feira (29/3), a quinta semana de exposições para jornalistas esportivos e estudantes de jornalismo.

João Roberto Trindade, ex-presidente da Federação Paulista de Luta Olímpica, colaborador da CBW (Confederação Brasileira de Wrestling) e treinador, apresentou as regras, formas de prática e as diferentes categorias do esporte.

“É interessante que os jornalistas tenham informações mais precisas, de profissionais, pra complementar aquilo que encontram ao pesquisar na internet. Em um ano olímpico, o conhecimento aprofundado melhora a cobertura de um evento tão importante mundialmente”, conclui Trindade.

Rio 2016

Os atletas da luta olímpica brasileira nunca ganharam medalhas em olimpíadas.

A conquista inédita na competição pode vir em agosto, no Rio.

É a primeira vez, na história dos Jogos, que a seleção brasileira contará com mais de dois atletas.

Até o momento, quatro mulheres e um homem representarão o Brasil: Aline Silva, Joice Silva, Lais Nunes, Gilda Oliveira e Antoine Jaoude.

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Hebraica receberá seleções de Japão e Israel e prevê ganho técnico para o clube

Gelberg: intercâmbio técnico com delegações olímpicas (Foto: Divulgação)
Gelberg: intercâmbio técnico com delegações olímpicas (Foto: Divulgação)

Entre o final de julho e começo de agosto deste ano, a Associação A Hebraica de São Paulo receberá atletas olímpicos do Japão e Israel, que farão treinamentos em suas instalações, no período que antecede os Jogos Olímpicos que serão realizados no Rio de Janeiro.

Estarão no clube integrantes da equipe japonesa de natação (58 pessoas) e as de judô, atletismo e natação de Israel (45).

Entrevistado pela Revista dos Clubes, o presidente da Hebraica, Avi Gelberg, fala como pretende aproveitar a proximidade com as delegações estrangeiras para intercâmbio técnico e ressalta o papel desempenhado pelos clubes na identificação e preparação de futuros atletas olímpicos para o país.

Acompanhe a entrevista:

O que traz de benefícios para a Hebraica receber a seleção japonesa de natação, uma das melhores do mundo, e como o clube pretende aproveitar essa proximidade para intercâmbio técnico?

Avi Gelberg: É um orgulho ter uma seleção desse quilate, isso já motiva os nossos nadadores e associados. Nossos técnicos vão acompanhar os atletas japoneses e vamos ter algumas reuniões com eles, em que vamos tentar aproveitar as novas tendências e o que tem de mais avançado para a preparação de atletas. Para maior aproximação, pretendemos convidar pessoas da colônia japonesa de São Paulo para acompanhar os treinos.

Além dos laços naturais e tradicionais, qual o significado para a Hebraica de recepcionar os atletas de judô, atletismo e natação de Israel?

Avi Gelberg: Teremos mais modalidades nessa delegação que na do Japão. É conhecida a busca de excelência pela delegação de Israel, então, será fácil absorver novas ideias e tecnologias, em que o país se destaca. Só como curiosidade, uma atleta da Hebraica, Camila Minakawa, treina na seleção de judô de Israel, buscando a classificação para a Olimpíada e isso nos aproxima ainda mais.

Qual será a destinação da receita extra obtida para a cessão das instalações para o Japão e Israel?

Avi Gelberg: A receita extra faz parte do investimento permanente no esporte que a Hebraica pratica desde 1953, o ano de sua fundação. Com certeza, os valores que investimos são muito maiores do que essa receita. A Hebraica sempre está em busca de recursos para incentivar o esporte.

O que os associados da Hebraica irão ganhar com a convivência com os atletas olímpicos?

Avi Gelberg: Os associados da Hebraica terão uma experiência única e histórica de conviver com as seleções olímpicas.  Temos que entender a grandeza e a simbologia de ter delegações dentro do nosso clube. É obvio que temos um elo forte com Israel, com raízes na tradição judaica, que aumentará a vibração dentro do clube. A delegação japonesa é um espelho para nosso associado, na busca constante de excelência. Portanto, o nosso sócio receberá um pacote completo e inédito.

Como o senhor vê os clubes no contexto dos esportes olímpicos?

Avi Gelberg: Sem dúvida, os clubes têm um papel fundamental na identificação e preparação de atletas olímpicos. Nós, na Hebraica, trabalhamos hoje com um programa, “Hebraica de 2 a 20”, em que buscamos descobrir as crianças com potencial, para fazer um trabalho específico de capacitação com os destaques. Dependendo da modalidade, os selecionados continuam a preparação no clube ou em outros clubes irmãos, como Pinheiros, Paulistano, etc. É importante trabalhar junto com o Comitê Olímpico, no dia a dia, porque só assim teremos um grande número de atletas para fortalecer o esporte brasileiro.

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Boxe brasileiro garante oitava vaga para a Olimpíada do Rio

Nogueira (dir.): vaga garantida
Nogueira (dir.): vaga garantida

Juan Nogueira, categoria até 91kg, conquistou bronze no Pré-Olimpíco das Américas, realizado no último domingo (20/3), em Buenos Aires, Argentina.

O brasileiro derrotou o americano Cam Awesome, por decisão de dois dos três juízes, e conquistou uma vaga para a Olimpíada do Rio, em agosto.

Além de Juan, outros sete atletas estão classificados para a competição: Adriana Araújo, na categoria leve (60 kg), Patrick Lourenço, mosca ligeiro (49 kg), Julião Neto, mosca (52 kg), Robenilson de Jesus, galo (56 kg), Robson Conceição, leve (60 kg), Joedison Teixeira meio médio ligeiro (64kg), e Michel Borges, meio pesado (81kg).

Ainda restam duas opções para os boxeadores que não têm participação garantida nos Jogos Olímpicos.

Em maio, as mulheres disputarão o Campeonato Mundial de Boxe Feminino, no Cazaquistão. Os homens terão outra oportunidade na Classificatória Final Mundial, em junho, no Azerbaijão.

Na última edição da Olimpíada, realizada em Londres, 2012, o Brasil quebrou um jejum de 44 anos e conquistou uma prata e dois bronzes.

A meta para este ano é conseguir o ouro inédito, em casa.

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Natação e maratonas aquáticas encerram semana de cursos

Callero explica a natação aos jornalistas
Callero explica a natação aos jornalistas

Os esportes aquáticos continuaram pautando os cursos sobre modalidades olímpicas para jornalistas esportivos e estudantes de jornalismo, promovidos pela Universidade Sindi-Clube em parceria com a Aceesp (Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo).

Nesta quarta-feira (23/3), foi a vez da natação e das maratonas aquáticas.

Roberto Callero, supervisor de natação da Federação Aquática Paulista (FPA), e Maurício de Oliveira, supervisor de maratonas aquáticas da FPA, foram os palestrantes do dia.

Ao longo da exposição, os jornalistas aprenderam regras, curiosidades, com amplas informações sobre a prática.

Roberto Callero, que explicou a natação, comentou sobre a vantagens que os cursos trarão.

“Com a Olimpíada cada vez mais próxima, os profissionais da mídia procuram se preparar para cobrir todas as modalidades. Com este material, fornecido pelo Sindi-Clube, eles têm maior embasamento para tratar os esportes de forma adequada, ainda mais com a orientação de especialistas das federações”, ressaltou.

A natação possui 13 medalhas em Jogos Olímpicos: um ouro, quatro pratas e oito bronzes.

Medalha inédita

Desde que a maratona aquática estreou na grade olímpica, em Pequim, 2008, o Brasil não conseguiu medalhas na modalidade.

Agora, como a competição será disputada em casa, Maurício de Oliveira está otimista quanto às chances de conquistar o feito inédito.

Além disso, ele fala da importância da iniciativa da Universidade Sindi-Clube para os jornalistas.

Confira a entrevista na íntegra:

Curso explica esportes aquáticos para jornalistas e estudantes de jornalismo

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Ana Paula Oliveira expõe sobre nado sincronizado e saltos ornamentais

Os esportes aquáticos atraíram jornalistas esportivos e estudantes de jornalismo para o auditório do Sindi-Clube, nesta terça-feira (22/3).

Nado sincronizado, saltos ornamentais e polo aquático deram continuidade à série de cursos sobre modalidades olímpicas, promovida pela Universidade Sindi-Clube em parceria com a Aceesp (Associação de Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo).

Os expositores Ana Paula Oliveira, supervisora de nado sincronizado e saltos ornamentais da Federação Aquática Paulista, e Erik Seegerer, ex-atleta e supervisor de polo aquático da Federação Aquática Paulista, explicaram não só a prática e a história dos esportes, mas também curiosidades e episódios marcantes do Brasil em competições.

Ana Paula ressaltou que a quantidade de informações, fornecidas através da iniciativa da Universidade Sindi-Clube, auxiliará na divulgação de modalidades menos mencionadas pela mídia.

“Agora os profissionais da imprensa terão mais propriedade para abordar os esportes aquáticos. É importante, em uma Olimpíada, transmitir e reportar os acontecimentos de forma coesa, com conteúdo, e isso só é possível quando a pessoa sabe o que está acontecendo ali. Por isso, a exposição é fundamental”, afirmou.

Raíssa Fernandes, recém-formada em jornalismo, compareceu ao curso para aperfeiçoar seus conhecimentos.

“Tenho interesse na área esportiva, mas sabia muito pouco de alguns esportes. A oportunidade que o Sindi-Clube deu é maravilhosa e agregará muito, tanto ao currículo quanto à vida. É sempre bom buscarmos novas aprendizagens, principalmente com os Jogos Olímpicos se aproximando”, afirma.

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Vanderlei Cordeiro de Lima aposta em brasileiros e não tem mágoa de Atenas 2004

Vanderlei: medalha Pierre de Coubertin pelo espírito olímpico (Foto: Adrian Dennis/Getty Images)
Vanderlei: medalha Pierre de Coubertin pelo espírito olímpico (Foto: Adrian Dennis/Getty Images)

Vanderlei Cordeiro de Lima esteve bem perto de inscrever seu nome na galeria dos grandes campeões da prova nobre dos Jogos Olímpicos, a maratona.

O palco era, simplesmente, a capital grega, Atenas, em 2004.

Após ter percorrido 35 dos 42 quilômetros previstos, o brasileiro liderava a corrida, quando se deu a cena impensável: Vanderlei foi atacado pelo ex-padre irlandês Cornelius Horan (veja abaixo).

O desequilibrado invadiu a pista e o jogou para fora, muito perto da conquista da medalha de ouro.

Ajudado por torcedores, seguiu correndo, mas o incidente o desconcentrou e fez com que fosse ultrapassado nos quilômetros finais por dois competidores.

Restou-lhe a medalha de bronze, que foi comemorada como se tivesse conseguido o ouro: Vanderlei não lamentou a agressão, entrou no estádio fazendo corações para a torcida, festejando ter completado a prova.

Pelo alto grau de esportividade e o espírito olímpico demonstrado, o atleta brasileiro recebeu a medalha Pierre de Coubertin, a maior distinção concedida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e tornou-se o único latino-americano a receber a outorga.

Entrevistado pela Revista dos Clubes, Vanderlei relembra o fato e também fala das chances do Brasil novamente subir ao pódio, nos Jogos do Rio de Janeiro.

Solonei da Rocha já está classificado para disputar os Jogos Olímpicos do Rio. Ele é a grande esperança brasileira de medalha na maratona?

Vanderlei: O Solonei está muito focado, vai chegar aos Jogos no auge de sua forma física e mental. Ele tem uma trajetória de vida muito inspiradora, é um guerreiro, vai à busca de uma medalha. O Brasil terá ainda mais dois atletas (classificados por índice), acostumados com o clima e apoiados pela torcida. Estarei torcendo para que um brasileiro suba ao pódio, no Rio de Janeiro.

Hoje, o que você sente ao recordar 29 de agosto de 2004?

Vanderlei: Participar dos Jogos Olímpicos de Atenas foi a realização de um grande sonho, resultado de muito esforço, treinos e privações que fazem parte da rotina de atletas profissionais. Eu sonhava em participar dos Jogos Olímpicos. Foi uma grande alegria poder representar o Brasil e estar em contato com atletas do mundo todo. Participar das olimpíadas anteriores (Atlanta e Sydney) me deu experiência e motivação para chegar a Atenas. Para mim, a Olimpíada não ficou marcada pelo episódio do manifestante irlandês e, sim, pela conquista da medalha, que era meu sonho. Eu já o perdoei pelo que fez. Batalhei muito para chegar lá e nada iria me impedir de terminar a prova. Fico feliz de ter atingido meu objetivo.

Qual o significado de ser o único brasileiro a receber a medalha Pierre de Coubertin do COI?

Vanderlei: Sinto-me um atleta realizado por ter participado e ganhado a medalha em Jogos Olímpicos. Receber a medalha Pierre de Coubertin do COI foi uma grande satisfação e reconhecimento. Fico feliz de saber que servi de exemplo para muitas pessoas. É um orgulho enorme ter essa medalha.

Como esse episódio influenciou a sua carreira?

Vanderlei: Acho que minha determinação e força de vontade inspiraram muitas pessoas, fico muito satisfeito com isso. Eu soube aproveitar bem a única oportunidade que tive na vida, que foi o atletismo. O segredo é acreditar no sonho e não desistir nunca. Outro bom exemplo que quero dar aos brasileiros é o Instituto Vanderlei Cordeiro de Lima (IVCL), que tem sede em Campinas. Essa é a realização de outro sonho meu: oferecer para jovens de baixa renda condições de acesso à educação e cultura. Além de selecionar talentos, o IVCL tem como missão contribuir para a ampla formação de crianças, utilizando o esporte como meio para crescimento e desenvolvimento individual e coletivo.

O irlandês maluco

Olimpíada de Atenas: Vanderlei é atacado quando liderava a maratona (Foto: AFP/Getty Images)
Olimpíada de Atenas: Vanderlei é atacado quando liderava a maratona (Foto: AFP/Getty Images)

Antes de se atracar com Vanderlei Cordeiro de Lima, Cornelius Horan, vestido com os trajes irlandeses que usaria depois, em Atenas, entrou correndo na pista do Grande Prêmio de Silverstone de Fórmula 1, em 2003, com os carros a 280 km/h, empunhando um cartaz que ordenava: “Leiam a bíblia!”.

Ficou preso por dois meses. Pouco antes da Olimpíada, em 2004, Horan repetiu o desatino ao invadir o Derby de Epsom, tradicional corrida de cavalos da Inglaterra.

Por ter empurrado Vanderlei, o ex-padre, expulso da Igreja Católica inglesa, foi condenado a um ano de prisão e multa de 3 mil euros.

Horan fez algumas aulas de português para pedir desculpas ao atleta brasileiro. Vanderlei o perdoou, mas eles nunca conversaram.

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Beach tennis, um esporte para todos, empolga associados de clubes

shutterstock_239097094 blCom expansão crescente, depois de invadir as praias de todo o mundo com enorme sucesso, o beach tennis também empolga nos clubes de São Paulo, que vêm dedicando mais espaços aos praticantes dessa nova opção de lazer. Clube Esperia, São Paulo Futebol Clube, Club Athletico Paulistano e Clube Paineiras do Morumby são algumas das agremiações que têm o novo esporte.

Surgida na Itália na década de 1980, a modalidade, que mistura regras de tênis de quadra com a habilidade do vôlei de praia, chegou ao Brasil pelo Rio de Janeiro.

Fábio Nutini, associado do Esperia que conheceu a prática nas praias cariocas e foi um dos primeiros a introduzi-la em São Paulo, aponta o principal apelo do beach tennis para os associados de clubes.

“É um esporte democrático. Com um mínimo de habilidade, consegue-se rapidamente jogar bem, mesmo quem nunca praticou nada. Temos aqui no clube atletas sem histórico no esporte e que já disputam até torneios de beach tennis”, explica Nutini.

Interesse crescente

Fábio Gonçalves, também associado do Esperia e diretor de beach tennis da Federação Paulista de Tênis, diz que a entidade constata o crescimento no número de adeptos.

Gonçalves: beach tennis envolve a família
Gonçalves: beach tennis envolve a família

“Em menos de um ano, temos cerca de mil praticantes cadastrados e, em média, dois campeonatos por mês, que valem pontos para o nosso ranking. A razão do sucesso do beach tennis, além de ser fácil de praticar, é por também envolver a família. Jogam marido, mulher e filhos e essa aproximação desperta mais interesse. Começamos no Esperia dividindo horário com outras modalidades. Agora, temos duas quadras próprias”, afirma.

Os fundamentos do beach tennis são mais fáceis e não dependem de técnica apurada, como no tênis.

Com isso, não há tanta diferença de níveis entre os competidores. Além disso, os jogos são rápidos, ninguém espera muito para jogar.

Carlos Alberto Vasques Pizzotti, diretor de beach tennis do São Paulo Futebol Clube, conta que os associados impulsionaram a criação de quadras.

“Aderimos ao beach tennis há um ano e meio. Hoje, o São Paulo tem oito quadras exclusivas e aulas duas vezes por semana com Thales Santos, atleta top 10 do mundo, na modalidade. Vemos que a família encontrou uma forma de aproximação. Não há restrição de idade para se jogar. Recentemente, tivemos o primeiro torneio infanto-juvenil de beach tennis”, afirma.

Crianças também praticam beach tennis
Crianças também praticam beach tennis

O Clube Paineiras do Morumby também oferece aulas de beach tennis aos associados.

“A procura tem sido alta, depois que adaptamos uma quadra para a implantação do beach tennis. Para atender ao interesse, a ideia é incluir mais um dia da semana nas aulas”, diz Marcos Mirabelli, coordenador de esportes e lazer do Paineiras.

“Quando fizemos a reforma de quadras de areia, adequamos à prática, pois sempre procuramos aproveitar novidades para oferecer aos associados. O beach tennis faz sucesso porque é um esporte recreativo. Recentemente, participamos de um torneio, em Santos”, afirma Charles Eide Júnior, gerente de esportes do Club Athetico Paulistano.

Raquete e bolinha

IMG_1496 blogDepois do saque, o objetivo do beach tennis é devolver ao adversário a bola recebida, sem que ela toque no chão.

O piso de areia para os jogos de simples precisam ter 16 metros de comprimento por 5 metros de largura. Para duplas, 16 por 8.

A altura da  rede que divide a quadra deve ter 1,70 metro de altura.

Na bolinha, a pressão é 50% da utilizada no tênis, para diminuir a velocidade do jogo.

A raquete tem, no máximo, 55 centímetros de comprimento, por 30 centímetros de largura.

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Levantamento de peso encerra terceira semana de cursos sobre modalidades olímpicas

Reis: propagação da modalidade
Reis: propagação da modalidade

Mais uma semana de cursos sobre modalidades olímpicas para jornalistas esportivos e estudantes de jornalismo, promovidos pela Universidade Sindi-Clube em parceria com a Aceesp (Associação de Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo), chega ao fim.

O levantamento de peso encerrou, nesta quinta-feira (17/3), a terceira etapa de exposições que ensinam aos profissionais da imprensa um pouco mais sobre os esportes que farão parte da Olimpíada do Rio, em agosto.

Horácio Reis, presidente da Federação Paulista de Levantamento de Peso, explicou a modalidade aos que assistiram, tanto presencialmente, quanto via internet, a apresentação.

Para Reis, a iniciativa da Universidade Sindi-Clube é fundamental para a propagação de outros esportes, menos conhecidos, no Brasil.

“Normalmente a imprensa desconhece a variedade de modalidades que está na grade olímpica. É fantástico que o Sindi-Clube se preocupe em mediar esse contato entre os especialistas, que conhecem e vivenciam, e o jornalista, que nunca teve contato. Isso só trará benefícios – para ambas as partes, para o público e para o torneio em si”, conclui.

Ele também acredita que o Brasil tem chance de medalha no levantamento de peso com Fernando Reis, ouro no Pan-Americano de Toronto, no ano passado.

Inscrições abertas

Seguem abertas as inscrições para participar da série de cursos sobre modalidades olímpicas.

Interessados precisam encaminhar e-mail para contato@sindiclubesp.com.br, com as seguintes informações: nome completo, empresa, e-mail, telefone e nomes das modalidades.

A próxima semana terá nado sincronizado, saltos ornamentais e polo aquático, no dia 22, e natação e maratonas aquáticas, no dia 23.

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Veja as fotos da palestra do diretor de comunicação dos Jogos Olímpicos

Mario Andrada afirmou que o cronograma está sendo cumprido conforme foi planejado
Mario Andrada sobre o cronograma olímpico

O cronograma dos Jogos Olímpicos está sendo cumprido conforme foi planejado e o evento estará pronto para receber os 25 mil jornalistas credenciados, e outros 8 mil não credenciados, que farão a cobertura das competições a partir de agosto, no Rio de Janeiro.

Foi o que garantiu o diretor de Comunicação para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, Mario Andrada e Silva, em palestra realizada nesta quarta-feira (16/3), na Universidade Sindi-Clube.

As fotos estão disponíveis na página do Sindi-Clube no Facebook.

A atividade faz parte da série de cursos sobre modalidades olímpicas oferecida a jornalistas e estudantes de jornalismo pela Universidade Sindi-Clube, em parceria com a Aceesp (Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo).

Saiba mais sobre a palestra aqui.

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