“Prestação de serviços reforça a representatividade do Sindi-Clube”

Alberto Antonio Pascarelli Fasanaro passou a integrar a diretoria do Sindi-Clube, em 2010, inicialmente como vice-presidente de Regionais e, a partir de 2013, como Consultor da Presidência.

Foi chamado a colaborar pela experiência que acumulou no Esporte Clube Pinheiros, em que é conselheiro desde 1998, além de ter composto e presidido diversas comissões: foi membro e vice-presidente da Comissão Permanente de Sindicância, Consultor Especial da Presidência da Diretoria, integrou a Comissão Especial Consultiva do Plano Diretor de Obras e presidiu o Conselho Deliberativo, de 2006 a 2010, e é associado benemérito desde 2013.

Fasanaro, Consultor da Presidência
Fasanaro, Consultor da Presidência

Como vice-presidente de Regionais do Sindi-Clube, participou diretamente da implantação dos “Encontros com dirigentes”, em 2012, ação que o Sindi-Clube passou a desenvolver para ampliar o contato da entidade com clubes de todas as regiões do Estado de São Paulo.

“Os Encontros constituem um dos marcos desta administração, pois, com eles, o Sindi-Clube pôde ampliar sua atuação e levar esclarecimentos e serviços a toda sua base de representação. Essa ação já está em sua quarta edição, com muito sucesso, agora conduzida pelo vice-presidente Alexandre Bossolani”, diz Fasanaro.

Consultor da Presidência

O dirigente explica que sua atual função na diretoria do Sindi-Clube, como Consultor da Presidência, objetiva oferecer sugestões e observações para o desenvolvimento de novas ações da entidade, além de avaliar o que já está em curso.

“Pude acompanhar a gestão do presidente Betinho desde o início e constatar o salto de qualidade que conseguimos na prestação de serviços, na grade curricular de cursos da Universidade, e nas atividades culturais e esportivas voltadas aos associados de clubes. Tudo isso reforçou a representatividade do Sindi-Clube e projetou a entidade não só no meio clubístico, mas também como interlocutora do segmento com os órgãos governamentais. O Sindi-Clube teve também participação decisiva na criação da Fenaclubes (Federação Nacional dos Clubes) entidade sindical de grau superior, que representa o setor em nível federal”, afirma.

Fasanaro diz sentir-se honrado em integrar a diretoria do Sindi-Clube.

“É uma distinção participar dessa  equipe que trabalha com entusiasmo num sindicato patronal muito ativo. Quando analisamos o trabalho realizado, vemos que estamos no caminho correto, sempre pensamos em ampliar a oferta de serviços aos clubes”, diz.

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O calendário de obrigações dos clubes para maio já está disponível no portal do Sindi-Clube. Consulte!

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Há compromissos que o gestor de clube não pode ignorar ou esquecer, pois um atraso pode gerar o prejuízo de multas.

Para evitar esse transtorno, o calendário das obrigações mensais dos clubes, referente ao mês de maio, já está no portal do Sindi-Clube.

Nesse roteiro completo você encontra todas as obrigações fiscais e acessórias, previsão de feriados e de pagamento de salários, índices atualizados e tabelas.

Além dos prazos que não podem ser perdidos, o calendário oferece consulta para as tabelas do Imposto de Renda, contribuição previdenciária, incidência de INSS, FGTS e IRPF sobre vários pagamentos.

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Confira as fotos do “Encontro com dirigentes” realizado em Presidente Prudente

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No último sábado (25/4), foi realizado o “Encontro com dirigentes” da região de Presidente Prudente.

Veja as fotos do evento no Facebook do Sindi-Clube.

Foram esclarecidos todos os tipos de dúvidas sobre administração dos clubes e apresentados serviços e convênios disponibilizados pela entidade.

A série de “Encontros com Dirigentes” prossegue até novembro.

A próxima reunião será em Sorocaba, em 9 de maio.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 5054-5464.

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Conheça as modalidades olímpicas: remo

Fabiana: prata no último Pan (Foto: Jure Makovec)
Fabiana: prata no último Pan (Foto: Jure Makovec)

A Olimpíada de 2016 é esperança de medalha para o remo brasileiro que, nos últimos 20 anos, não obteve desempenho satisfatório.

A última vez que atletas nacionais ficaram perto de um lugar no pódio foi em Los Angeles, 1984, com o quarto lugar.

A expectativa por resultados melhores no Rio aumentou após a seleção brasileira garantir 10 vagas para o Pan-Americano de Toronto, que começará em julho deste ano.

Na última edição do Pan, em Guadalajara, 2011, o Brasil conquistou uma prata no feminino com Fabiana Beltrame, principal atleta do remo, e uma no masculino com a dupla João Borges e Alex Mestre.

Outro resultado importante foi o alcançado no Campeonato Mundial de Remo da Holanda, ano passado: quarto e quinto lugares nas finais B e D do Four Skiff Peso-Leve e do Double Skiff Peso-Leve masculinos.

O técnico da seleção, Júlio Soares, planeja elevar o nível do remo nacional nos próximos Jogos Olímpicos.

“O remo brasileiro está tanto tempo sem identidade que precisamos criar um modelo no país, como fizeram o vôlei e o handebol. Temos as ferramentas para construir melhores posições, basta acreditar para que isso aconteça”, afirma.

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Corrida com calçado minimalista exige adaptação gradual para evitar lesões

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Raquel Castanharo*

Correr com um tênis minimalista permite uma maior independência dos pés, pois eles são mais leves, baixos, largos e com menos amortecimento.

Porém, começar a usar esse tipo de calçado exige um período de adaptação, pois o corpo e os pés têm que estar preparados para esse novo tipo de estímulo.

Um grupo de pesquisa em corrida da Universidade de Harvard (Spaulding National Running Center) propõe exercícios para o treinamento e adaptação à corrida minimalista e descalça.

Resumidamente, o programa funciona da seguinte forma:

• Princípios básicos: a transição para um tênis minimalista deve ser gradativa, envolver fortalecimento de panturrilha, pé e flexibilidade de tornozelo. Interrompa o treinamento caso haja dor e não pule para a fase seguinte antes de finalizar a anterior.

  • Fase 0 (1 a 2 semanas): caminhar descalço por 30 minutos e realizar fortalecimento de panturrilha três vezes por semana (subir e descer da ponta do pé em um degrau, duas  séries de 30 repetições). Continuar fazendo os treinos de corrida com seu tênis habitual.
  • Fase 1 (2 semanas): começar a correr com o tênis minimalista, intercalando caminhada e corrida. No início, caminhar nove minutos e correr um minuto (três séries) e ir aumentando progressivamente o período de corrida, chegando a um minuto de caminhada e nove minutos de corrida (três séries).
  • Fase 2 (2 semanas): correr em dias intercalados usando o tênis minimalista, por aproximadamente 20 minutos, em um ritmo mais lento.
  • Fase 3 (1 semana): correr com o minimalista por 30 minutos em um ritmo mais lento.
  • Fase 4 (1 semana) : Fazer todos os seus treinos normalmente com o tênis minimalista.

Outros exercícios que devem acompanhar a transição:

  • Fique em um pé só, levante os braços acima da cabeça e incline o corpo de um lado para o outro, mantendo o equilíbrio (duas séries de 10 repetições com cada perna).
  • Corra no lugar, aterrissando primeiramente a parte central do pé no chão, não o calcanhar. Procure fazer movimentos rápidos e suaves. Realize duas séries de um minuto e meio.
  • Com a progressão dos treinos, passe a fazer o fortalecimento de panturrilha com uma perna de cada vez.
  • Procure realizar uma aterrissagem com o médio pé durante a corrida (nem com o calcanhar, nem com a ponta)

Com o tênis minimalista, é o seu corpo que fará todo trabalho de absorção de impacto, por isso, ele deve estar preparado.

É um engano pensar que por ser aparentemente mais simples esse tipo de tênis protege menos o corredor do que um tênis convencional.

Na verdade, nenhum tênis por si só é capaz de evitar lesões, é preciso treinar o próprio corpo, independentemente do seu estilo de calçado favorito.

*Raquel Castanharo é fisioterapeuta formada e mestra em biomecânica da corrida na USP. Realizou pesquisa em biomecânica da coluna na Universidade de Waterloo, Canadá. Trabalha com fisioterapia e avaliação do movimento. Atualmente, escreve para o site EuAtleta e faz parte do www.moverefisioterapia.com.

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Palestra da Universidade Sindi-Clube explica as leis de incentivo ao esporte

shutterstock_144640304_PA palestra presencial da Universidade Sindi-Clube “Lei de Incentivo ao Esporte, o ciclo de vida de um projeto” apresenta procedimentos e técnicas necessários para elaborar projetos para se obter recursos de incentivos fiscais dos governos federal e estadual.

Também informa sobre como prestar contas dos recursos recebidos.

O palestrante é Ricardo Paolucci, consultor especializado em projetos incentivados do Sindi-Clube.

Haverá transmissão via internet.

Quando: 29 de abril, das 10h às 12h.

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Novos “Encontros com dirigentes” começam neste sábado em Presidente Prudente

Logo_Encontros de Dirigentes2015Mesas redondas para estimular a troca de opiniões e de experiências entre os participantes, apresentação de temas do momento que são importantes para o dia a dia dos clubes, informações com respostas práticas para todas as questões apresentadas.

Essa será a dinâmica dos novos “Encontros com dirigentes”, que chega à quarta edição totalmente renovado, com o objetivo de estimular a participação e favorecer a atualização.

A nova versão da ação desenvolvida pelo Sindi-Clube desde 2012 para levar informações atualizadas e serviços prestados aos clubes de todas as regiões do Estado terá como ponto de partida Presidente Prudente, em 25 de abril, local da primeira das 12 reuniões que serão realizadas até o fim de outubro (veja calendário abaixo).

“Depois da experiência acumulada em três edições, em 2015 teremos ‘Encontros com dirigentes’ mais dinâmicos, com ênfase na participação de presidentes, diretores, conselheiros e gestores de clubes. Adotamos o formato de mesa redonda para que, nas reuniões, todos possam interagir diretamente e expor suas dúvidas, que serão esclarecidas pelos consultores do Sindi-Clube. Da mesma forma, também trocar experiências e divulgar soluções para problemas comuns”, diz o diretor-executivo do Sindi-Clube, Cláudio Lauletta.

Leis de incentivo e terceirização

Entre os assuntos que serão discutidos, serão enfatizados os esclarecimentos acerca das possibilidades de financiamento de projetos esportivos dos clubes com verbas públicas, conforme previsto nas leis de incentivo.

“Atualmente, há um volume muito grande de recursos à disposição dos clubes para desenvolver projetos esportivos, que não existia antes. Vamos levar aos Encontros a consultoria especializada em projetos incentivados (leia na pág. 8) para informar aos dirigentes a maneira correta de obter essas verbas previstas nas leis de incentivo e na Lei Pelé”, afirma o presidente do Sindi-Clube, Cezar Roberto Leão Granieri.

Também merecerá destaque o tema da terceirização, que teve recentemente lei aprovada pela Câmara Federal.

A consultoria jurídica do Sindi-Clube irá explicar como essa novidade atinge os clubes.

Sempre aos sábados

Os Encontros serão sempre realizados nas manhãs de sábado, das 9h às 11h30. Consultores e diretores do Sindi-Clube irão dirimir qualquer tipo de dúvida sobre as mais variadas questões administrativas, além de promover o congraçamento e a troca de experiências entre os participantes.

Os convites para participar dos próximos Encontros serão expedidos via e-mail, com confirmação por contato telefônico. Os dirigentes que não receberem a comunicação devem observar o calendário abaixo e ligar para (11) 5054-5464 e confirmar a presença nos eventos.

Datas e locais dos Encontros

Os convites para os Encontros são expedidos via e-mail, com confirmação por contato telefônico.

Os dirigentes que não receberem a comunicação devem observar o calendário abaixo e ligar para (11) 2218-0005 e confirmar a presença no evento.

Mais 11 cidades, além de Presidente Prudente, receberão os “Encontros com dirigentes”:

  • Sorocaba, 9/maio: Hotel Transamérica (Av. Prof. Izoraida Marques Peres, 193).
  • Santos,16/maio: Hotel Mendes Plaza – Av. Marechal Floriano Peixoto, 42.
  • Campinas, 23/maio: Sede da Apesec – Rua Babaçu, 261.
  • Piracicaba, 20/junho: Beira Rio Hotel – Rua Luiz de Queiroz, 51.
  • Araçatuba, 27/junho: Maria Plaza Hotel – Rua Anhanguera, 3.909.
  • SJ dos Campos, 15/agosto: Hotel Mercure – Av. Dr. Jorge Zarur, 81.
  • Bauru, 29/agosto: Hotel Howard Johnson – Rua Luso Brasileiro, 4-44.
  • SJ do Rio Preto, 19/setembro: Hotel Faria Lima – Av. Brig. Faria Lima, 5.045.
  • Santo André, 26 de setembro: Mercure Santo André – Av. Industrial, 885
  • Marília, 3 de outubro: Quality Hotel – Rua Aimorés, 501.
  • Ribeirão Preto, 24 de outubro: Hotel JP – Via Anhanguera, Km 306,5.

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A crise hídrica e as piscinas: entenda o consumo de água nos parques aquáticos e conheça medidas que evitam perdas

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Nilson Maierá*

No ideograma chinês, crise significa também oportunidade.

Nunca acreditei nessa afirmação, mas parece apropriado, agora, para a recente crise da água, relacionando-a às piscinas.

Isto é, podemos reduzir drasticamente o consumo da água, sem prejudicar sua funcionalidade, evitando-se a completa desativação das piscinas.

A mídia tem noticiado várias maneiras de evitar desperdício  de água e, ao mesmo tempo, indicado várias maneiras de economizá-la.

Um dos casos de perdas de água ocorre em piscinas.

O Brasil, com mais de dois milhões de piscinas, deve preocupar-se com essas perdas.

Na mídia, é mencionado que condomínios estão desativando piscinas parcialmente durante a semana, ou completamente, até o fornecimento do abastecimento de água voltar a se normalizar.

A desativação completa da piscina é uma medida bastante radical, uma vez que soluções que vamos mencionar abaixo podem gerar grande economia de água.

Esta seca não é privilégio do Brasil e, em especial, São Paulo.

Em 2008, o estado da Geórgia nos Estados Unidos promulgou uma série de leis proibindo o enchimento de piscinas novas ou reformadas e ainda o de piscinas já existentes, somente em certos dias e determinados horários.

Com a melhora das condições de chuva e com a explicação dos construtores de piscinas mostrando que o consumo de água em piscinas era inferior a irrigação dos campos de golfe, esta lei foi atenuada.

No estado americano da Califórnia, que sofre com seca há quatro anos, também se procurou, através de leis, limitar o consumo de água em piscinas.

A seguir, para entender melhor o consumo de água em piscinas, vamos nos ater aos principais tipos de perda de água que ocorrem nelas.

  1. Água derramada: perdida pelo uso da piscina. São dois os tipos:

– espirrada pelos próprios usuários na sua introdução na água, principalmente após um mergulho;

– carregada, água que o usuário e suas vestimentas levam ao sair da piscina.

  1. Aspiração: água perdida quando essa operação é feita drenando a água diretamente para o esgoto.
  1. Retrolavagem e enxaguamento: na operação de limpeza do meio filtrante.
  1. Drenagem forçada: quando a concentração de sais de cálcio e de ácido cianúrico estão acima dos valores recomendados.
  1. Purificação: quando se joga água fora para diminuir a concentração de cloraminas e teor de sólidos elevados.
  1. Vazamento: perda ocasional, porém não incomum. Pequenos vazamentos são de difícil detecção.
  1. Evaporação: a temperatura alta da água da piscina e fortes ventos aumentam a evaporação, assim como temperatura e umidade relativa do ar baixas. Da mesma maneira, piscinas que não utilizam de capa térmica aumentam a evaporação.

Enquanto todas as perdas anteriormente citadas, a de água é acompanhada da perda de produtos químicos, impurezas e de calor, na perda por evaporação inexiste a perda de produtos químicos e apenas a de água e de calor.

Vamos imaginar uma piscina retangular de 7m x 14 m e com profundidade média de 1,22 m.

A área é de 98 m2 e volume de aproximadamente 120 m3.

Nesse caso, usa-se uma bomba de 2CV, com vazão aproximada de 22 m3 por hora.

Vistas as principais perdas, vamos ao que pode ser feito para reduzi-las:

  1. Agua espirrada: proibir a ação de mergulhar. Com isso, a perda pode ser bastante reduzida. No caso de água derramada, a redução de perda de água, desprezível, somente se consegue com a inativação da piscina.
  1. Aspiração: sempre que possível e na maioria das vezes, é possível aspirar, filtrando, evitando aspirar drenando. Feita semanalmente, com duração de meia hora e se jogada diretamente para o esgoto, haverá uma perda de 11 x 52 = 572 m3 no ano.

Esse valor poderá ser muito reduzido, por exemplo, em 70%, o que resulta numa economia de 400 m3no ano. O uso de robôs independentes com filtro acoplado diminui muito a aspiração, com grande economia de água, aliado à redução de mão de obra e maior economia de energia elétrica.

  1. Retrolavagem: fazer a operação apenas quando os manômetros do filtro recomendarem. Mesmo nesse caso, a retrolavagem pode ser postergada. Se de um lado a vazão vai diminuir (desvantagem), de outro, a filtração vai melhorar (vantagem). Uma operação dessa, de 5 minutos semanais, terá um gasto de 22 x 5/60=1,8 m3 por semana. Portanto, de 1,8 x 52 = 94 m3 por ano. Podemos reduzir esse valor em 50%, que equivale a 47 m3 por ano. O uso de visor de retrolavagem é também uma maneira de evitar desperdício.
  1. Drenagem forçada: excesso de cálcio ou de ácido cianúrico só pode ser removido retirando-se parte da água da piscina. São fontes de cálcio a água de certos poços artesianos e o tipo de cloro denominado hipoclorito de cálcio. São fontes de ácido cianúrico o dicloro e o tricloro. Numa piscina, a dureza cálcica ideal deve estar entre 200pm e 400pm e de ácido cianúrico entre 30pm e 50ppm, não sendo recomendado passar de 100ppm.

No caso de abastecimento por água de poço artesiano, verifique a concentração de cálcio. Se for alta, procure evitar o uso. Uma solução é alternar o uso de hipoclorito de cálcio com di ou tri-cloro. Mas esses dois produtos, juntados, resultam numa mistura explosiva.

Outra solução é usar o cloro líquido. Podemos dizer que não existe economia de água porque a maioria dos operadores de piscinas não faz essa operação com perda de água.

  1. Purificação: procure diminuir essa perda, deixando de lado a melhor qualidade da água. Na realidade essa operação raramente é executada pelos operadores de piscinas.
  1. Perdas por vazamento: geralmente ocasional, mas com probabilidade de perda de água considerável. Vamos supor uma perda de 4 cm de água por dia, o que equivale a 0,04 x 98 = 3,96 m3 por dia. Por ano, 3,96 x 365 = 1.430 m3. Tão logo haja a suspeita de vazamento, deve ser sanado.
  1. Evaporação: água que se perde pela evaporação devido a fatores climáticos, pelo vento e pela temperatura da água da piscina, entre outros.

O uso de qualquer tipo de capa evita perdas por evaporação, aproximadamente, pela metade.

Se a piscina não tem grade de segurança, é indicada uma capa de proteção que, ao mesmo tempo, diminui a evaporação e protege a piscina de afogamentos e inclusive sujeira do ar. Isso inclui as piscinas aquecidas e não aquecidas.

A eliminação por evaporação é a única perda de água pura, o que piora a qualidade da piscina. O vento em tanques descobertos é também aumenta a evaporação. Colocação de barreiras diminui essa ação negativa.

É recomendável que as piscinas sejam cobertas por capas, inclusive as cobertas e não aquecidas.

Procure usar uma temperatura um pouco mais baixa na piscina com economia de água e também de energia.  Com o uso da capa é possível diminuir a evaporação de 2 cm por semana para apenas 1 cm. A economia será de 0,01 x 98 = 0,98 m3 por semana, e 0,98 x 52 = 51 m3 por ano.

As perdas ainda podem ser diminuídas, se a água perdida for reaproveitada.

Instalações novas podem prever tanques de reaproveitamento, e as existentes podem ser adaptadas.

A água poderá ser reutilizada para limpeza, regas de quadras de tênis e gramados (neste caso, o cloro deve estar com baixos teores).

A água de reaproveitamento não deve voltar para piscina, principalmente devido ao alto teor de sólidos dissolvidos.

Esvaziamento, não

Esvaziar a piscina é uma atitude que não deve ser tomada em hipótese alguma – a não ser para corrigir vazamentos na sua estrutura ou troca de azulejos, e a operação deve ser feita no menor prazo possível.

Piscinas vazias podem ter sua impermeabilização danificada.

As piscinas localizadas sobre lençol freático só podem ser esvaziadas por empresas especializadas.

Se a piscina for desativada por longo período, superior a uma semana, seu tratamento não deve ser abandonado para que ela esteja preparada para seu reinício imediato de uso.

Cabe aqui uma observação para clubes em que a água de chuveiro tem proporções maiores de desperdício do que nas piscinas.

Tenho visto vazões da ordem de 24 litros por minuto, quando o ideal seria de 12 litros por minuto.

Existem no mercado modelos de chuveiros com vazões menores, mas com a sensação de vazão maior.

Também é correto usar circuladores de água nos chuveiros para evitar a perda de água durante a espera pela água quente, fato este agravado no aquecimento centralizado.

Nesta crise, aumentaram-se muito os banhos de chuveiro nos clubes.

* Nilson Maierá, consultor da área de piscinas da Universidade Sindi-Clube, é engenheiro químico pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas.

Maierá mantém um site – Piscina Litro a Litro – com informações completas sobre o tema.

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Banco Central lança conjunto de moedas comemorativas dos Jogos Rio 2016

Moeda de Ouro – 100 Metros Rasos (Divulgação/Banco Central)
Moeda de Ouro – 100 Metros Rasos (Divulgação/Banco Central)

O Banco Central lança hoje (17/4), no Rio de Janeiro, o segundo conjunto de nove moedas comemorativas do programa numismático dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016.

As moedas são uma de ouro, quatro de prata e quatro de circulação comum.

Ao todo, o programa inclui 36 moedas, que serão lançadas até 2016.

A moeda de ouro, que tem valor de face de R$ 10 e preço de venda de R$1.180, homenageia o Cristo Redentor e o Salto com Vara, um dos esportes que representam o lema olímpico “Citius, Altius, Fortius” – mais rápido, mais alto, mais forte.

Moeda de Prata - Corrida no Aterro do Flamengo/ Arcos da Lapa (Divulgação/Banco Central)
Moeda de Prata – Corrida no Aterro do Flamengo/ Arcos da Lapa (Divulgação/Banco Central)

As moedas de prata, valor de face de R$ 5 (preço de venda R$195), homenageiam o Rio de Janeiro.

Os anversos, com paisagens conhecidas pelo carioca para prática de esportes como remo, corrida, ciclismo e vôlei de praia.

Os reversos, com aspectos da cultura e da natureza da cidade e do Brasil.

As moedas comuns, de R$ 1 (preço de venda 13), tem como destaque os esportes Olímpicos e Paraolímpicos.

Moeda de 1 real Comemorativa - Atletismo (Divulgação/Banco Central)
Moeda de 1 real Comemorativa – Atletismo (Divulgação/Banco Central)

Produzidas pela Casa da Moeda, os projetos foram desenvolvidos em conjunto com as equipes do Banco Central, com o suporte técnico do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016.

As moedas de R$ 1 entram em circulação pela rede bancária e uma parte será vendida em embalagens especiais para coleção.

Todas as moedas poderão ser adquiridas no site do Banco do Brasil.

Também estarão à venda em algumas agências do Banco do Brasil.

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Programa Sindi-Clube Aprendiz completa 10 anos e ganha ainda mais reconhecimento

Aprendiz

O Programa Sindi-Clube Aprendiz (PSA), único programa de aprendizagem específico para clubes, chega aos dez anos exibindo êxitos que comprovam sua efetividade.

Além de formar jovens para o ingresso no mercado de trabalho clubístico, o PSA obteve o reconhecimento das entidades que deram aos aprendizes a chance do primeiro emprego e também do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Utilizado por 24 clubes, o PSA atendeu, somente em 2014, 350 alunos.

Essas instituições contrataram os jovens, amparados pela aprovação que o programa recebe do MTE.

No ano passado, o Ministério confirmou duas validações do PSA – no Arco Ocupacional (Aprendiz em Atividades Esportivas e Clubísticas) e na CBO (Classificação Brasileira de Ocupações).

“O Programa atende a todos os parâmetros de avaliação da qualidade técnico-pedagógica estabelecidos pelo Ministério para os cursos de aprendizagem. Essa validação do MTE dá tranquilidade aos clubes para o cumprimento da Lei da Aprendizagem (10.097/00)”, diz o coordenador Programa Sindi-Clube Aprendiz, Reginaldo Teixeira Rosa.

A experiência pioneira do PSA foi classificada como fundamental pela Coordenadora Nacional de Aprendizagem do MTE, Ana Lúcia Alencastro, no desenvolvimento do Jade, Programa Jovem Aprendiz no Desporto do Ministério do Trabalho, lançado no ano passado, com apoio do Sindi-Clube (leia depoimento abaixo).

Aprendizes aprovam programa

Xavier: importância da aprendizagem
Xavier: importância da aprendizagem

Nos últimos dez anos, muitos dos aprendizes formados pelo PSA foram efetivados como empregados pelos clubes e elogiam a formação que receberam.

“Aprendi bastante no Programa, na minha vida pessoal e profissional. Vou me formar neste ano em Educação Física e atualmente sou orientador dos aprendizes do clube. Passo para eles a minha experiência para que saibam o quanto é importante a aprendizagem”, diz Douglas Durval Xavier, que atua no Clube Alto dos Pinheiros.

Oliveira: oportunidade do primeiro emprego
Oliveira: oportunidade do primeiro emprego

Outro jovem que enaltece o PSA é Thiago Pereira de Oliveira, que trabalha na controladoria do Esporte Clube Sírio:

“Participei do programa em 2007, foi uma experiência muito boa, pois recebi uma oportunidade de efetivação no clube. Hoje, pretendo fazer ciências contábeis e seguir carreira. Recomendo o PSA a todos os jovens que queiram adquirir experiência profissional e conseguir o primeiro emprego”, afirma.

A Coordenadora Nacional de Aprendizagem do Ministério do Trabalho e Emprego, Ana Lúcia Alencastro, classifica como fundamental a experiência do Programa Sindi-Clube Aprendiz.

“O Sindi-Clube foi a instituição pioneira em desenvolver e ofertar um Programa de Aprendizagem para o setor clubístico, o Programa Sindi-Clube Aprendiz. Sem dúvida alguma, essa experiência acumulada ao longo de tantos anos, e acompanhada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) por meio da Superintendência em São Paulo, tornou-o parceiro ideal no momento que precedeu o lançamento do Jovem Aprendiz no Desporto – Jade.

Ana Lúcia: experiência fundamental
Ana Lúcia: experiência fundamental

Foi fundamental poder contar com o testemunho de quem já atua e conhece muito bem a organização do trabalho, o ambiente, o ritmo, as necessidades e as novas possibilidades de trajetórias profissionais existentes nos clubes empregadores, mostrando-se sempre disposto a compartilhar tudo isso e colaborar com a consolidação de uma das ações estatais que integram a política em favor da juventude.

O investimento do MTE na pesquisa e sistematização de novos currículos, produção de materiais didáticos e capacitação de educadores para utilização correta da metodologia de formação profissional desenvolvida pelo Laboratório Trabalho & Formação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, visa ampliar essas oportunidades em âmbito nacional, promovendo inserção digna, ativa e promissora a muitos outros adolescentes e jovens brasileiros”.

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