Conheça as modalidades olímpicas: rúgbi

Rúgbi esperar continuar a avançar no país (Foto: João Neto e Dani Mayer)
Rúgbi esperar continuar a avançar no país (Foto: João Neto e Dani Mayer)

Os Jogos Olímpicos de 2016 marcam o retorno do rúgbi, que não fazia parte da competição desde 1924.

A modalidade ainda é pouca conhecida no Brasil, mas, mesmo assim, a seleção vem alcançando resultados expressivos, como a classificação masculina para os Jogos Pan-Americanos de Toronto, 2015.

Além disso, os “Tupis”, como são chamados, conquistaram uma vaga no torneio qualificatório de Hong Kong, que dá acesso à série mundial de rúgbi.

A seleção feminina também não fica atrás. Conquistou o título da Taça Bronze, realizada no final do ano passado em Dubai, o que garantiu o 9º lugar no ranking mundial do esporte.

Com a volta da modalidade e a Olimpíada realizada em casa, a CBRu Confederação Brasileira de Rugby (CBRu) espera fazer uma “participação respeitosa” e atrair atenção do país.

“Precisamos ter os pés no chão, ao pensar em termos de resultados. Não estamos em condições de brigar por uma medalha no Rio 2016. Ganhar um ou dois jogos já será um grande passo. O Brasil tem uma população de 200 milhões de pessoas, marcada pela diversidade de biótipos. Um bom trabalho pode fazer com que o rúgbi cresça muito no país”, afirma Augustin Danza, presidente da CBRu.

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Pepac 2015 realiza os primeiros congressos técnicos

Vôlei terá duas reuniões técnicas
Vôlei terá duas reuniões técnicas

O Pepac (Programa Esportivo para Associados de Clubes) realiza na próxima semana congressos técnicos que vão definir, entre outros itens, calendário e regras dos jogos que terão início em abril.

As reuniões serão feitas na sede do Sindi-Clube

Em 6 de fevereiro, às 16h, haverá o encontro dos técnicos da modalidade de futsal.

No dia seguinte (7/2), a modalidade de vôlei vai ter duas reuniões: às 14h, com coordenadores das categorias adulto e máster e, em seguida, às 16h, os preparadores da categoria menores definem formas de disputa do torneio.

Os técnicos de handebol têm programado seu congresso para 28 de fevereiro, às 13h30.

A expectativa para o Pepac 2015 é de crescimento no número de clubes, atletas inscritos e de jogos.

Em 2014, de abril a dezembro, participaram da competição 54 clubes, 241 equipes, 3.723 atletas, que realizaram 2.115 jogos, no maior torneio interclubes do país.

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Clubes de Leitura iniciam fevereiro com reuniões

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Quatro reuniões de grupos de associados que participam dos Clubes de Leitura estão programadas para o início de fevereiro.

A primeira acontecerá dia 2, uma segunda-feira, no Anhembi Tênis Club, às 20h.

O livro em discussão é “O palácio de inverno”, do autor John Boyne.

Já no dia 5, quinta-feira, às 19h30, leitores do livro “A vida secreta das abelhas”, de Sue Monk Kidd se encontrarão no Primeiro de Maio Futebol Clube.

O Alphaville Tênis Clube reunirá o Clube de Leitura para debater “O Amigo americano – Nelson Rockefeller e o Brasil”, de Antônio Pedro Tota,  no dia 6, sexta-feira, às 19h30.

Por último, o Clube de Leitura da Associação Brasileira “A Hebraica” de São Paulo analisará obra “A tristeza extraordinária do leopardo-das-neves” de Joca Reiners Terron, no dia 7, sábado, às 16h.

Outras reuniões acontecerão no fim do mês.

Já existem 15 Clubes de Leitura em entidades associadas ao Sindi-Clube.

A iniciativa é feita em parceria com a editora Companhia das Letras e Academia Paulista de Letras e tem alcançado grande repercussão entre associados de clubes que se interessam por literatura.

Departamentos culturais de clubes interessados em montar novos grupos de difusão literária obtêm mais informações pelo telefone (11) 5054-5464.

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Atividade fisica regular é o que vale

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Nabil Ghorayeb*

Incrível, mas sedentarismo já é sinônimo de risco futuro para a saúde.

Junto com o tabagismo, a hipertensão arterial, o colesterol elevado e o diabete completam os principais fatores de risco causadores de importantes doenças cardiovasculares, hoje, o principal problema de saúde.

A relação entre atividade física e saúde não é recente, já mencionada pelos filósofos gregos e romanos.

Entretanto, somente nos anos 50 é que o pesquisador inglês J. Morris descobriu que os sedentários motoristas de ônibus de Londres tinham muito mais doenças cardiovasculares do que os ativos cobradores dos mesmos ônibus de dois andares de Londres.

A ciência descobriu que o baixo nível de atividade física favorece o desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas, como obesidade, diabete tipo 2, hipertensão arterial, angina/infarto do miocárdio, osteoporose e, vejam só, até câncer de mama e do intestino reto.

Inversamente, a atividade física, mesmo isoladamente, pode reduzir o risco de desenvolvimento dessas doenças crônicas, diminuir a obesidade e aumentar a expectativa de vida.

Esses benefícios transformaram também os idosos que, mais ativos e fisicamente independentes, tiveram menor risco de quedas, melhor estado de humor, alivio dos frequentes sintomas de depressão e ansiedade.

Enfim elevaram-se os padrões de saúde e qualidade de vida dessa crescente população de mais idade.

Avaliações dos departamentos de Recursos Humanos de empresas que adotaram curtos momentos de atividade física diária, interrompendo o expediente de trabalho por alguns minutos, mostraram surpreendente diminuição de falta ao trabalho, dos custos médicos e aumento na produtividade.

Dezenas de evidências científicas têm reforçado que um estilo de vida ativo desde a infância traz vários benefícios:  melhor rendimento escolar, menos faltas às aulas, melhora no relacionamento com os pais e da noção de responsabilidade em geral.

Qual a frequência de exercícios semanais necessários?

A atividade física pode ser uma faca de dois gumes!

Há a controvérsia de que parece ser melhor não se exercitar, a fazer exercícios físicos intensos esporadicamente, pelo risco de complicações cardíacas.

Pesquisa realizada com seis milhões de frequentadores de academias nos EUA, durante dois anos, constatou 66 mortes.

Dessas pessoas, mais de 70% se exercitavam somente uma vez por semana intensamente para compensar a falta de regularidade.

O risco cardíaco pode existir nas atividades físicas de alta intensidade (maratona, triatlo, etc.) praticadas por esportistas com histórico de doenças cardíacas.

Essas, obrigatoriamente, devem manter acompanhamento médico especializado e exames regulares, objetivando um exercício sem riscos.

Uma solução paliativa de baixíssimo risco são as caminhadas leves a moderadas.

O respeito aos próprios limites deve sempre ser lembrado na hora de praticar qualquer atividade física.

Academia, assessoria de corridas, lazer esportivo, tem como regra prévia a avaliação médica de um especialista.

Como regra geral, recomendamos exercícios aeróbicos quatro vezes por semana, ao redor de 60 minutos/vez: corridas, bike ou natação sempre associados a exercícios de fortalecimento muscular e de equilíbrio, duas vezes semanais, de 15 a 20 minutos.

Sintomas como falta de ar, dores do peito ou costas, tonturas, palpitações ou outras manifestações fora do habitual, durante ou após a atividade física, devem ser comunicados ao seu médico.

A avaliação médica prévia especializada consta de consulta e eletrocardiograma.

Se houver familiar direto com doenças cardíacas ou se for fazer atividade intensa ou competitiva, é necessário o teste ergométrico (até o máximo) com presença do cardiologista.

Pratique esportes com qualidade e alto astral.

*Nabil Ghorayeb, doutor em Cardiologia, é especialista  em  Cardiologia  e Medicina do Esporte e mantém o site CardioEsporte onde podem ser lidos mais artigos com informações e dicas úteis para a saúde.

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Sobretaxa da Sabesp também vale para contratos com demanda firme

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A Agência Reguladora de Saneamento e Energia de São Paulo (Arsesp) autorizou a Sabesp a cobrar uma sobretaxa dos usuários cujo consumo mensal ultrapasse a média apurada no período de fevereiro de 2013 a janeiro de 2014.

A tarifa de contingência será aplicada em todos os usuários, inclusive aqueles com contratos de demanda firme, geralmente firmados pelos clubes com a concessionária de água.

Será cobrado um acréscimo de 40% sobre o valor da tarifa aplicada à parte do consumo de água que superar em até 20 por cento a média. Haverá aumento de 100% quando o consumo exceder em mais de 20% a média.

Ficam livres da sobretaxa usuários com consumo mensal de água menor ou igual a 10 m³ e para hospitais, prontos-socorros, casas de saúde, delegacias e presídios.

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Conheça as modalidades olímpicas: tênis de mesa

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Hugo Calderano: aposta para 2016 (Foto: CBTM)

Neste ano, no começo de janeiro, a Seleção Brasileira feminina de tênis de mesa encerrou a Copa do Mundo por equipes, em Dubai, nos Emirados Árabes, com um resultado histórico.

Pela primeira vez, a equipe terminou entre as oito melhores da competição.

Depois disso, o país mira os Jogos Pan-Americanos de Toronto, em julho, e, finalmente, em 2016, o Campeonato Mundial de Kuala Lumpur, na Malásia, e, então, o maior dos objetivos: os Jogos Olímpicos do Rio 2016.

No início de 2014, o principal evento foi o Campeonato Mundial, em Tóquio.

Depois dos resultados obtidos no Japão, o Brasil passou a ser um dos 13 países do mundo com equipes masculina e feminina asseguradas na primeira divisão mundial da modalidade.

Com os Jogos Olímpicos próximos a acontecer, o país pode obter uma inédita medalha.

O presidente da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM), Alaor Azevedo, pretende, neste ano, ter dois jogadores entre os 50 melhores do ranking.

“Assim ficaremos entre os oito melhores times do mundo. Já temos um (Gustavo Tsuboi, atual 36º) e outros dois estão se aproximando (Hugo Calderano, 78º e Cazuo Matsumoto, 83º). Com isso, na hora do sorteio das chaves, temos boas chances de pegar um caminho mais fácil em 2016 e evitar  um confronto na fase inicial com a China, que domina esse esporte”, explica o dirigente.

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Os perigos do excesso de exercícios

shutterstock_95020909Turíbio Barros*

Exercício físico é reconhecidamente a atitude mais importante para prevenir doenças, promover saúde e qualidade de vida, melhorar a autoestima, trazer resultados estéticos e até prolongar a expectativa de vida.

O que existe, entretanto, é um limite entre benefício e prejuízo.

É claro que não devemos ter receio de fazer exercício com medo de ter prejuízo.

Na verdade são até raras as situações que caracterizam prejuízo à saúde por excesso de atividade física.

Apesar de raras, essas situações existem e devem ser evitadas.

Podemos dividir os perigos do excesso de atividade de acordo com sua origem:

  • Excesso de exercício prejudicando o aparelho locomotor

Essas são situações em que o aparelho locomotor age como um fator de proteção. Quando exageramos na intensidade, na duração ou mesmo quando realizamos atividades não habituais com certo exagero, surgem os sinais e sintomas de sequelas do aparelho locomotor. São, geralmente, processos inflamatórios de músculos, tendões, ou mesmo problemas articulares que “acusam” o excesso cometido e representam um sinal do corpo nos “aconselhando” a adequar melhor a natureza e a intensidade da atividade realizada.

Quando respeitamos esses sinais de proteção, certamente não teremos nenhum prejuízo futuro e poderemos usufruir de todos os benefícios que a atividade física regular proporciona.

  • Excesso de exercício trazendo prejuízos crônicos

Quando o excesso de atividade não é “sinalizado” pelo aparelho locomotor ou, principalmente, quando esse sinal é ignorado, podemos ter consequências que assumem uma proporção que pode ser mais grave. O excesso de atividade física pode acometer o eixo regulador da secreção de determinados hormônios. A origem do problema costuma ser atribuída ao estresse detectado em uma área do sistema nervoso central chamada hipotálamo. Nessa área existe uma verdadeira central reguladora da produção de vários hormônios, particularmente aqueles produzidos pela glândula hipófise. Quando um quadro crônico de estresse exagerado provocado pelo excesso de exercícios se instala, os distúrbios hormonais podem ser vários. Os mais frequentes são os que se constatam por alterações do ciclo menstrual na mulher e por diminuição da fertilidade no homem. É importante que se diga que, para esse quadro aparecer, o exagero cometido foi realmente grande. Nesse caso, se não reduzirmos a intensidade dos exercícios, o quadro evolui para outros problemas como perda de massa óssea, alterações de sono, apetite, humor e perda até do próprio rendimento físico.

O interessante é que, na mulher, a alteração do ciclo menstrual é um sinal de alerta que permite a detecção precoce do quadro. Por outro lado, o homem dificilmente vai poder notar o sinal biológico de redução de fertilidade que é o sinal análogo ao que ocorre na mulher.

Devemos, portanto, estar atentos para evitar estes prejuízos, que, apesar de existirem, não devem de maneira nenhuma desestimular ninguém a fazer exercícios, representando, na verdade a constatação de que para a atividade física não vale o conceito de “quanto mais melhor”!

Colaboração: Gerseli Angeli

*Turíbio Barros é mestre e doutor em Fisiologia do Exercício pela EPM (Escola Paulista de Medicina). Foi membro do American College of Sports Medicine, fisiologista do São Paulo FC e coordenador do departamento de fisiologia do E C Pinheiros. Atualmente, escreve para o site EuAtleta e mantém seu site www.drturibio.com

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Quem corre deve fazer musculação ou outra atividade complementar?

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Gustavo Luz*

A musculação não deve ser encarada como uma atividade indispensável para os corredores.

Ela tem a sua importância e, dependendo do seu objetivo, pode ser uma grande aliada para você encarar os seus desafios.

Mas você pode não gostar de malhar e preferir fazer outra atividade complementar ou pode não ter tempo para nada disso, é corrida e olhe lá.

Mas fique tranquilo, não malhar não significa que você vai se machucar.

Se você consegue fazer musculação de forma regular, seus músculos tendem a ficar mais resistentes e, com isso, se o seu negócio é desempenho e velocidade, você talvez passe a ter a capacidade de tolerar um treinamento mais intenso e, se consegue treinar mais forte, talvez possa alcançar metas mais difíceis.

Se você não curte malhar e prefere fazer apenas outra atividade complementar à corrida, não tem problema, pode fazer.

Atualmente o corredor tem várias opções, como, por exemplo, o Pilates, que veio pra ficar e desenvolve um belo trabalho de alongamento e força.

Os sistemas de treinamento funcional estão avançando e se solidificando (com vários exercícios interessantes para os corredores).

Os treinos na areia, com movimentos de saltos, ziguezagues, agachamentos e piques.

Ou mesmo um outro exercício simples de agachamento ou com uso de elásticos em casa mesmo.

Todas essas atividades também têm o objetivo de promover uma melhora geral no seu corpo.

Entretanto, tenha a sensibilidade de identificar quanto de musculação ou dessas outras atividades faz bem para você.

É importante ter tempo pra descansar desses treinos e cuidados para se alimentar de forma ainda mais criteriosa.

Treinar musculação demais, por exemplo, pode atrapalhar o período de descanso da corrida e, com isso, uma atividade que teria vindo para somar no ganho de condicionamento pode atrapalhar o seu desempenho nas corridas.

Mas se você não gosta de musculação ou não consegue nada além do tempo pra treinar corrida?

Relaxe, existem coisas na sua vida que podem não mudar e pode ser que você tenha que correr pelo resto da vida sem malhar.

Talvez a maior causa dos machucados nos corredores seja o excesso de treinos, não a falta de musculação ou algo complementar.

E se você já sabe que a sua realidade é essa, de uma maneira geral, pegue mais leve nos treinos, faça as progressões de volume e de intensidade com mais cuidado, talvez valha a pena fazer algumas caminhadas no seu longão ou diminuir a intensidade daquele treino intervalado que te deixa exausto no final.

Fique atento ao equilíbrio entre as práticas esportivas e as coisas que você faz durante o dia.

Se em um dia chegar mais cansado do trabalho, malhe mais leve ou faça um pouco menos da aula de Pilates.

Não force a barra para fazer as atividades complementares se estiver com sono ou muito dolorido de um treino de corrida.

Nesse caso, talvez seja melhor trocar o uma hora de treino por uma hora de sono.

Se você souber dosar e administrar todos os seus dias, vai tirar o melhor proveito das atividades fora da corrida e continuará sem se machucar.

*Gustavo Luz Távora, educador físico, treinador de corrida e triatlo desde 2006 e praticante há quase 15 anos. Diretor técnico da G-Luz Top Team, vive atento a tudo que se refere a fisiologia do exercício. Também fala com o conhecimento empírico de quem está sempre frequentando as competições.

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Uso do frequencímetro durante as atividades físicas é fundamental

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Nabil Ghorayeb*

Não são poucas as pessoas que não acham necessário o uso de um frequencímetro, um medidor da pulsação/minuto com uma cinta no tórax que “sente e registra” os batimentos cardíacos, enviando sinais ao relógio receptor no pulso durante toda a atividade física, com o argumento de que o esportista deve estar acostumado com meus limites físico/cardiológicos.

A recomendação médica é clara: deve-se conhecer a pulsação (frequência cardíaca-FC) que deve ser atingida e aquela que não pode ser superada numa atividade física regular, exatamente por razões fisiológicas de um treinamento e limites de ordem médica.

A utilização desses aparelhos veio facilitar os objetivos de preparação e de saúde.

Alguns modelos têm chips e programas inteligentes para serem usados em computadores e, assim, poderão ser aferidos, além da pulsação instantânea digital, o consumo de oxigênio, gasto de calorias etc.

Aliás, isso fez com que eles fossem utilizados por atletas de todas as categorias, e recomendados até na reabilitação cardiovascular de cardiopatas, em que pode-se controlar importantes limites do sistema cardiovascular, durante o exercício físico, com base na frequência cardíaca alcançada no teste ergométrico, feito ou acompanhado in loco por cardiologista habilitado nesse exame.

Possíveis riscos cardíacos, como as arritmias desencadeadas no esforço físico e outros problemas sem sintomas, poderão ser evitadas se o esportista mantiver a pulsação nas faixas seguras determinadas pelo médico.

Sabe-se que o treinamento dentro da frequência cardíaca alvo por vários minutos, melhora muito o rendimento atlético e traz benefícios para a saúde.

Para os que não podem ter um frequencímetro, existem soluções alternativas razoáveis: usar a mão espalmada no peito (logo abaixo do mamilo esquerdo) contando os batimentos do coração ou tentar contar os batimentos pelo pulso.

Um alerta necessário e pouco conhecido: deve-se evitar a palpação das carótidas, com dois dedos na lateral do pescoço, pelo risco de provocar desmaio (síncope), consequente à compressão de uma estrutura chamada bulbo carotídeo, onde se localizam receptores da pressão arterial e da pulsação do nosso corpo.

Algumas pessoas têm bulbo muito sensível ao toque, em especial após os 60 anos, que, se for intenso, traz riscos até de uma parada cardíaca.

Portanto, essa manipulação sempre deve ser evitada.

Corridas ou outras atividades físicas são mais bem aproveitadas quando se utilizam informações fisiológicas da frequência cardíaca registrada no teste ergométrico prévio.

*Nabil Ghorayeb, doutor em Cardiologia, é especialista  em  Cardiologia  e Medicina do Esporte e mantém o site CardioEsporte onde podem ser lidos mais artigos com informações e dicas úteis para a saúde.

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Conheça as modalidades olímpicas: esgrima

 

Élora Pattaro (esq.), ganhadora da prata, ao lado de Karina Lakerbai , ouro nos Jogos Sul-Americanos (Foto: COB)
Élora Pattaro (esq.), ganhadora da prata, ao lado de Karina Lakerbai , ouro nos Jogos Sul-Americanos (Foto: COB)

A esgrima brasileira não possui bons resultados em Olimpíadas.

Nos jogos realizados em Londres, 2012, a seleção não conquistou nenhuma medalha.

Porém, a modalidade vem ganhando força nos últimos anos.

Os Jogos Sul-Americanos de Santiago, em 2014, foram a prova disso.

O Brasil garantiu 8 medalhas (4 de ouro, 3 de prata e 1 de bronze) e terminou na primeira colocação no quadro geral.

Foi o melhor resultado da história da esgrima brasileira.

A conquista deixou animado o presidente da Confederação Brasileira de Esgrima, Gerli dos Santos, já que o último feito de maior importância foram as três medalhas de bronze no Pan-Americano de Guadalajara, em 2011.

“Vejo que a esgrima está em crescimento e, principalmente,  que se faz cada vez mais necessário a valorização e o incentivo dos jovens atletas, pois eles são as promessas. Confiança, credibilidade, incentivo, trabalho e organização levam a bons resultados” afirma.

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