Conheça as modalidades olímpicas: boxe

Boxe brasileiro conquistou ótimos resultados internacionais (Foto: CBB)
Boxe brasileiro conquistou ótimos resultados internacionais (Foto: CBB)

As conquistas do boxe brasileiro em torneios de grande importância tornaram-se comuns nos últimos anos.

Só nos últimos dois meses, a seleção ganhou quatro ouros em expressivos campeonatos europeus: dois no Tammer Tournament, na Finlândia, e outros dois no Leszek Drogsz Memorial, na Polônia.

Ainda em 2014, o Festival Olímpico Pan-Americano de Guadalajara, no México, garantiu a Joedison Texeira e Myke Carvalho mais duas medalhas douradas para a coleção brasileira.

No último mundial, realizado em outubro de 2013, no Cazaquistão, a seleção trouxe para casa uma prata e um bronze.

Além disso, no mesmo ano, a delegação brasileira foi campeã do Continental Pan-Americano de Boxe, com oito medalhas.

“Nossa meta é ajudar o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) a atingir o Top 10. As chances são boas, estamos preparando os atletas com toda força de trabalho necessária”, afirma Mauro Silva, Presidente da Confederação Brasileira de Boxe.

Em Londres, 2012, o Brasil conseguiu um feito inédito: quebrou o jejum de 44 anos e subiu três vezes ao pódio com Adriana Araújo, Yamaguchi Falcão (ambos bronze) e Esquiva Falcão (prata). Já nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011, o Brasil obteve sete medalhas: duas pratas e cinco bronzes.

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Futsal define forma de disputa dos jogos finais do Pepac

FUTSAL47Os técnicos dos clubes finalistas da modalidade de futsal do Pepac (Programa Esportivo para Associados de Clube) reuniram-se no último dia 28 para decidir as formas de disputa dos jogos da última fase.

Foi realizada uma retrospectiva de toda a competição, com as classificações e tabela de jogos da fase classificatória.

Técnicos se reuniram no Sindi-Clube
Técnicos se reuniram no Sindi-Clube

As categorias foram divididas em séries – ouro, prata e bronze 1 e bronze 2.

Os jogos decisivos serão realizados a partir de 1º de novembro.

Participarão das finais 1.261 atletas de 65 equipes vinculadas a 20 clubes.

Depois de 505 jogos realizados, o futsal terá outros 92 até fim de novembro.

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Diretor-executivo do COB lança livro que apresenta nova postura para lidar com crises empresariais

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Marcus Vinicius Freire, diretor-executivo do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), acaba de lançar o livro “Resolva! – Transforme Problemas em Grandes Oportunidades e Tenha Uma Empresa Campeã”, pela Editora Gente.

O livro chega no momento em que o Brasil entra na reta final para a realização da Olimpíada Rio 2016, em que o autor tem importante posição na organização do maior evento esportivo mundial.

A publicação promete inspirar gestores e empreendedores a encarar problemas, descobrir caminhos práticos e eficazes, além de transformar uma situação complicada em uma grande oportunidade.

Freire utilizou as experiências como empreendedor, diretor do COB e ex-jogador de vôlei para criar a tese e os métodos apresentados.

Marcus Vinicius foi jogador de vôlei da “Geração de Prata”, que conquistou o segundo lugar nos Jogos Olímpicos de 1984, e chefe das delegações do Brasil nos Jogos Pan-Americanos de 1999 e 2007.

Também escreveu “Ouro Olímpico – a história do marketing dos aros”, em parceria com Deborah Ribeiro de Almeida, pelo selo COB Cultural e a editora Casa da Palavra.

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Manual digital ensina como montar um Clube de Leitura

Clube de leitura_Manualo_capaUm manual que dá todas as informações sobre como montar um Clube de Leitura está disponível para consultas no portal do Sindi-Clube.

Apresentado na forma de perguntas e respostas, o manual esclarece dúvidas frequentes sobre funções dos integrantes dos Clubes de Leitura, especialmente daqueles que assumem funções de coordenadores e mediadores.

Também explica tudo o que é preciso para formar um grupo de leitura, até a escolha do livro.

Montados nos clubes paulistas, em uma ação conjunta do Sindi-Clube com a Editora Companhia das Letas e Academia Paulista de Letras, os Clubes de Leitura, em dois anos de funcionamento, apresentam números que demonstram o sucesso da iniciativa.

No balanço dos resultados, registrou-se a realização de 166 encontros, seis deles com presença de autores de livros, leitura de 72 obras de 57 autores e participação de mais de 200 associados de 14 clubes paulistas.

Janine Durand, coordenadora dos Clubes de Leitura da Companhia das Letras, ressalta o importante crescimento verificado dessa ação cultural nos clubes: “Temos 55 Clubes de Leitura implantados no país. Desses, nada menos do que 14 estão ativos no segmento representado pelo Sindi-Clube”.

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Conheça as modalidades olímpicas: ginástica artística

Equipe masculina comemora resultado inédito (Foto: CBG)
Equipe masculina comemora resultado inédito (Foto: CBG)

A equipe brasileira de ginástica artística comemora os ótimos resultados no Campeonato Mundial de Ginástica Artística de Nanning, na China, que chegou ao fim no último dia 12.

As seleções masculina e feminina conquistaram vagas para o Mundial de 2015, classificatório para os Jogos Olímpicos do Rio 2016.

Tiveram também medalhas no solo e nas argolas, além da presença em outras três finais e do bom desempenho individual.

No solo, bronze para Diego Hypolito.

Nas argolas, Arthur Zanetti foi prata. Por equipe, Arthur Nory, Zanetti, Diego, Francisco Barretto Júnior, Lucas Bitencourt e Sasaki foram os sextos, um resultado inédito e histórico para o Brasil.

Já a seleção feminina, composta por ginastas da nova geração e liderada pela experiência de Daniele Hypolito, ficou em 16º lugar por equipe, com as atletas Daniele, Isabelle Cruz, Julie Kim Sinmon, Maria Cecília Cruz, Mariana Oliveira e Letícia Costa.

Luciene Resende, presidente da Confederação Brasileira de Ginástica, diz que os resultados obtidos na China mostram que a modalidade está com boas perspectivas de pódio em 2016:

“Temos uma equipe talentosa, que tende a crescer ainda mais. Estamos entre os melhores do mundo e vamos continuar trabalhando forte para o nosso objetivo principal deste ciclo, que são os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro”, afirma.

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Jogadoras, preparem-se: está chegando a hora da festa do vôlei máster feminino!

Festa do vôlei em 2010: muita animação
Festa do vôlei em 2010: muita animação

O Pepac (Programa Esportivo para Associados de Clubes) já tem definido quando será a aguardada comemoração para a entrega de troféus e medalhas para as jogadoras participantes do campeonato de vôlei máster feminino (acima de 30 anos) deste ano, que está com jogos da fase final da disputa.

A 16ª edição da festa se dará em 16 de dezembro, às 20h, no Salão Social do Circulo Militar de São Paulo (Rua Abílio Soares, 1.589, Capital).

Realizada desde 1999, a premiação já se tornou mais do que tradicional, é o evento mais aguardado pelas esportistas associadas dos clubes que adoram jogar vôlei.

Números grandiosos explicam por que o Pepac é o maior torneio interclubes do país.

Com três modalidades (vôlei, futsal e handebol), a competição teve 3.723 atletas inscritos, vinculados a 54 clubes da capital, Grande São Paulo e interior, divididos em 241 equipes, 21 categorias, com a realização de 2.115 jogos em 2014.

Comemoração de 2012
Comemoração de 2012

Números também expressivos do vôlei máster feminino ajudam a entender o sucesso de participação no jantar dançante, com música ao vivo, que sempre impressiona pela animação – são esperadas em torno de mil participantes.

Ao longo deste ano, 1.380 jogadoras vão realizar 696 jogos para definir as equipes vencedoras.

Depois de tanta competição, haverá muito que comemorar, serão entregues 52 troféus e 1.118 medalhas.

E as moças, como em anos anteriores, não deixarão por menos: vão cair na dança, até a madrugada.

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Fique atento aos vencimentos de novembro, acesse o calendário de obrigações

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O calendário das obrigações mensais dos clubes referente ao mês de novembro já está disponível no portal do Sindi-Clube.

Os gestores devem estar atentos às datas dos compromissos para ficarem livres de prejuízos de multas e juros.

A agenda indica os vencimentos de todas as responsabilidades fiscais, para ajudar o administrador dos clubes a se programar e evitar erros que podem gerar multas e juros.

Além dos prazos que não podem ser perdidos, a agenda ainda oferece consulta para as tabelas do Imposto de Renda, contribuição previdenciária, incidência de INSS, FGTS e IRPF sobre vários pagamentos e até de valores para recursos trabalhistas.

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Crônica vencedora do Prêmio Literário Sindi-Clube/APL fala de sentimentos, equilíbrio emocional e as lágrimas decorrentes

Fonte da imagem: https://secure.flickr.com/photos/llobell_baptiste/
Fonte da imagem: https://secure.flickr.com/photos/llobell_baptiste/

O autor da crônica “Caso pluvioso”, Carlos Augusto de Assis, que venceu o Prêmio Literário Sindi-Clube/APL”, confessa-se, logo no início do texto, um homem emotivo, que chora, e descreve várias situações “envolvendo esse viés lacrimoso”, muitas em que, socialmente, se impõe manter o equilíbrio emocional.

Em seu parecer, a comissão da Academia Paulista de Letras, que analisou os trabalhos inscritos no concurso, louvou o tom confessional, quase intimista da crônica e observou: “É metáfora das lágrimas. Porém, sem tristeza”.

Caso pluvioso

Carlos Augusto de Assis*

Podia ser comparado a uma represa rompida. Torrente, turbilhão. Mas acho que a metáfora mais perfeita, por ser mais abrangente, é a da chuva. Porque compreende tanto aquela miudinha, que escorre quase imperceptivelmente, quanto o verdadeiro temporal, que tudo lava.

Independente da metáfora utilizada, quero tratar de uma característica que tem sido ponto marcante na minha vida. Dizem que isso é a primeira coisa que a gente faz quando nasce, mas, alguns, falo por experiência própria, costumam reproduzir essa primeira manifestação ao longo de toda a vida, com certa frequência.

Sim, confesso, eu choro. Consegui hoje dizer assim diretamente e sem lágrimas nos olhos. Nasci no tempo em que homem, dizia-se, não chorava. No tempo do “engole o choro, menino”. Tive certa dificuldade durante a infância em virtude dessa facilidade inata de verter lágrimas. A emoção me rompia e eu chorava.

Meu pai teve trabalho comigo. “Filho, você precisa se controlar”. Ele tinha razão. A sociedade muitas vezes não compreende quem dá vazão à emoção. Quem se perde (ou se acha?) no sentimento.

Depois de muita luta, eu consegui me controlar mais. Manter a manifestação emocional num nível, podemos dizer, aceitável socialmente. Mas, sabe de uma coisa, bem que tem momentos em que eu balanço. Balanço? Tá bom, às vezes eu balanço e caio. Mas, normalmente, eu só choro em momentos mais reservados, sozinho ou em família.

Fico pensando o quanto essa minha característica pode ter representado de limitação na minha vida. Por exemplo. Gosto muito de cantar. Mas jamais poderia pensar em levar adiante qualquer pretensão de cantar em público pelo simples motivo de que em determinadas canções chega um ponto em que começo a chorar. Você vai sentindo a música, vivenciando as palavras e chega uma hora em que não dá mais. A Elis Regina conseguia cantar e chorar ao mesmo tempo, mas isso não é dado aos comuns dos mortais. Assim, não pude sequer sonhar com uma carreira musical. Tudo bem, acho que não tinha tanto talento assim.

Tem hora em que eu me pego perdidamente emocionado com um trecho de poema, de romance, ou conto. Filme, então, tem alguns que a gente não consegue mesmo se segurar. Tem um filme já antigo, com o John Voight, chamado “O Campeão”. Esse é até covardia. Tem uma cena em que o protagonista está preso, e o filho vai visita-lo e… Pois é, essa cena eu não consigo nem contar para os outros sem chorar.

Se você for uma pessoa mais condescendente, se estiver de boa vontade, vai até dizer que, tudo bem, muita gente chora nos filmes, isto é normal etc. E se eu dissesse – veja bem, eu não disse – que já chorei em desenho animado? Ainda bem que não disse, ufa! Se alguém insinuar que isso é uma confissão eu negarei até a morte e direi com toda convicção: “você não viu o letreiro no final da crônica dizendo que essa é uma obra de ficção blá, blá, blá…”.

A vida vai ensinando a trabalhar com essa característica. Há situações em que se você chorar ninguém vai achar esquisito. Há outras em que se você não se controlar vai pegar mal. Nessas, você dá um jeito de driblar.

Um dia eu fui pego quase desprevenido. Estava dando aula, falando da mediação para solução de conflitos e resolvi contar uma estória que tinha ouvido em uma palestra. Ajudava bem a ilustrar a utilidade do mecanismo. Não preciso entrar em detalhes, basta dizer que envolvia briga de casal, inocência de criança e mais alguns clichês românticos. Eu devia ter percebido. “Santa armadilha sentimental, Batman” – diria o Robin naquele seriado antigo de TV. No fim da estória eu senti minha voz embargando. Corajosamente, tratei de mudar de assunto.

Como eu disse, normalmente consigo me controlar em público, se bem que já registrei momentos em que desabaria até em rede nacional, se fosse o caso. O nascimento de meu filho é exemplo perfeito. Bolsa rompida, mas o bebê era prematuro. Médico havia me dito que “tinha chance”… Sala do parto, força e fórceps, sai uma criaturinha cinzenta, meio mole. Sem choro. Rapidamente retirado, para procedimentos adequados. Segundos eternos. De repente, ouve-se o choro característico. Logo em seguida, um bem mais forte, entremeado de soluços. Chorei angústia reprimida, chorei alegria, chorei fé, chorei…

Já vivi situações até engraçadas envolvendo esse viés lacrimoso. Casamento. Por que será que é a noiva que tem que cair em prantos? Dizem que é a tradição. Mas existe alguma regra nesse sentido? Desconheço. Desconheço e ignorei essa tradição bem no dia do meu casamento. Bem que me esforcei. Até suprimi em sorrisos um soluço que aguardava uma chance para sair. Mas na hora dos cumprimentos finais eu não segurei. Dizem que a plateia ficou emocionada. Eu só me lembro de que na saída do altar o meu pai, um pouco constrangido, disparou: “sorria, filho!”

Sei que a longa convivência com essa característica me fez estabelecer alguns padrões. Como aquela dorzinha no osso que fraturou há tempos, que sempre dá quando o clima muda. Você já sabe como funciona. Já espera. Nesse caso, eu sei que fico mais suscetível aos ataques pluviosos logo cedo, pouco depois de me levantar. Derreto mais fácil que a manteiga que passo no pão. Já criei até uma teoria. É assim. Quando dormimos, despimo-nos da nossa couraça de proteção diária. Tiramos roupa, couraça, botamos pijama. Dia seguinte, ainda de pijama, vamos tomar café, tomar banho, escovar os dentes e nos preparar para sair. A couraça é a última coisa que vestimos antes de sair porta afora. Estamos quase virando a chave para receber o ar exterior e aí nos lembramos. Não vamos deixar a alma assim exposta para qualquer engraçadinho espetar, não é? É nesse momento que rapidamente colocamos a couraça porque, afinal, ninguém é (naturalmente) de ferro.

*Carlos Augusto de Assis é advogado, professor universitário e associado do Clube Esportivo Helvetia de São Paulo.

Concorreram no Prêmio Literário Sindi-Clube/APL trabalhos de 74 participantes associados de 24 clubes, de dez cidades paulistas, nas categorias poesia, crônica e conto.

Os textos foram analisados pela comissão julgadora constituída por Anna Maria Martins, Mafra Carbonieri (membros da APL) e Joaquim Maria Botelho, presidente da União Brasileira de Escritores.

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Planeje a comunicação do seu clube

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

A realização de um plano de marketing é um passo essencial para garantir o sucesso do clube e deve enfatizar a comunicação interna e externa.

Para explicar como organizar o trabalho de divulgação das atividades programadas e conseguir novos associados nos clubes a Universidade Sindi-Clube irá oferecer a palestra “Planejamento de marketing – como a comunicação interna e externa aumenta a atração e fidelização de associados”.

A atividade, dirigida a gestores e responsáveis pela área de divulgação, irá explicar conceitos de marketing, ações estratégicas e processos de comunicação.

A exposição, com transmissão via internet, será gratuita para colaboradores de clubes associados ao Sindi-Clube.

O palestrante, Gil de Paula, é consultor na área de esportes e saúde.

Quando: 11 de novembro, das 10h às 12h

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Conheça as modalidades olímpicas: polo aquático

Polo aquático: classificação garantida para o Pan (Foto: Satiro Sodré/CBDA)
Polo aquático: classificação garantida para o Pan (Foto: Satiro Sodré/CBDA)

A Olimpíada Rio 2016 terá a estreia olímpica da equipe feminina do Brasil de polo aquático.

Por ser país sede, as seleções masculina e feminina do Brasil já têm vagas confirmadas.

No Campeonato Sul-Americano de Desportos Aquáticos, realizado em Mar del Plata, na Argentina, o Brasil garantiu sua posição de grande potência sul-americana nos esportes aquáticos e conquistou o título de campeão em todas as competições.

Ao todo o Brasil obteve 57 medalhas, sendo 28 de ouro, 18 de prata e 11 de bronze.

Marina Zablith e Felipe Perrone ganharam o Prêmio Señor de Sipan oferecido para os melhores atletas.

As equipes brasileiras do polo aquático classificaram-se para os Jogos Pan-Americanos de 2015, em Toronto, no Canadá, com as medalhas de ouro conquistadas nas categorias masculino e feminino.

O presidente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), Coaracy Nunes Filho, vê nessas conquistas fatores que permitem acreditar em boa campanha brasileira em 2016:

“Os resultados deste sul-americano superaram as nossas expectativas. Nosso projeto conta com mais um ano e meio de treinamento para alcançar o maior objetivo, que é representar muito bem o Brasil nos Jogos Olímpicos de 2016. As medalhas conquistadas vêm reforçar que o trabalho está sendo bem realizado e os esportes aquáticos brasileiros continuam em evolução”, afirmou.

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